Vice-presidente do "Aliança" em Cascais demite-se por “razões pessoais” mas em "rutura com a Direção Política Nacional"

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NUNO Trinta Sá demitiu-se da vice-presidência da Concelhia de Cascais

26 janeiro 2021
Nuno Trinta Sá, vice-presidente da concelhia de Cascais do partido “Aliança”, demitiu-se do cargo, por alegadas “razões estritamente pessoais”, embora tenha confidenciado a Cascais24 que está em "rutura" com a Direção Política Nacional por uma alegada "aproximação ao Chega" de André Ventura. 

A renuncia foi formalizada junto do presidente da Concelhia, Miguel Alegria, o qual agradeceu, entretanto, a “disponibilidade sempre manifestada” por Nuno Sá, salvaguardando, no entanto, que este como “Senador” ainda “pode continuar a servir o Aliança”.

A decisão, segundo Nuno Sá, foi tomada “depois de uma reflexão aprofundada e serena”.

No pedido de demissão, deseja ao presidente da concelhia e aos companheiros que continuam “que possam, de alguma forma, regenerar a estrutura, endereçando a todos os maiores sucessos pessoais e políticos”.

“A vida é feita de ciclos e o meu ciclo na Concelhia de Cascais chegou ao fim", anunciou Nuno Trinta Sá, que acrescentou: "Mantenho-me como Membro do Senado Nacional e mantenho, também, a maior missão que se pode desempenhar numa dada organização político-partidária: a militância ativa”.

E, Nuno Sá, concluiu: “Muito obrigado por tudo e um forte abraço. Como diria o saudoso Raul Solnado, “façam o favor de ser felizes”.

Em declarações a Cascais24, Nuno Sá reafirmou que a saída da Concelhia de Cascais deve-se a “motivos meramente pessoais”, embora tenha salvaguardado que está em "rutura com a Direção Política Nacional" do partido.

Nuno Sá confidenciou a Cascais24 que "um dos motivos principais da rutura" com a Direção Política Nacional é "a aproximação do partido ao "Chega", de André Ventura.

Nuno Sá também apresentou recentemente a demissão como vogal da Distrital de Lisboa- estrutura que, estranhamente, a Direção Política Nacional não reconhece. 

PEDRO Santana Lopes fundador do "Aliança" desfiliou-se do partido

O “Aliança” foi fundado em 2018 por Pedro Santana Lopes que, em setembro do ano passado, durante o II Congresso Nacional realizado em Torres Vedras, foi substituído na liderança do partido por Paulo Bento.

Já na semana passada, Santana Lopes desfiliou-se do partido em carta dirigida a Paulo Bento, na qual afirma que deu “tudo aquilo de que era capaz” e pede “desculpa por não ter conseguido melhores resultados”.

Segundo, ainda, Pedro Santana Lopes, “um partido não é de ninguém, é dos seus militantes”. E deixou-lhes “o reconhecimento e orgulho” por terem “lutado juntos por Portugal”.



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


1 comentário:

Da Serra disse...

Aliança? Ahahahahaha
Realmente é preciso ser muito ingénuo para ir atrás de alguém tão ziguezageante como Santana Lopes.
Dos tais partidos que foram verdadeiros nado-mortos!

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