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Cruz Vermelha e Torre na rota de megaoperação antidroga "2765"

Segurança

Por Redação
26/06/2018

Os bairros da Cruz Vermelha e da Torre foram, no concelho de Cascais, os alvos preferenciais da megaoperação antidroga “Fonte 2765”, lançada esta segunda-feira pela GNR, com o apoio da PSP e a participação de um juiz e quatro procuradores do Ministério Público (MP) no terreno.

Ao todo, os 527 efetivos policiais envolvidos, deram cumprimento a 21 mandados de detenção fora de flagrante delito e a cerca de 50 mandados de busca em Cascais, Sintra, Oeiras e Loures.

Foram detidas 18 pessoas, uma das quais guarda prisional no Estabelecimento Prisional de Caxias pelo alegado fornecimento de telemóveis a alguns reclusos ai detidos, entre os quais o ex-ator da série “Morangos com Açúcar” Tomás Santos que, mesmo detido, manteria contatos com suspeitos de tráfico no exterior.


Já no Bairro da Cruz Vermelha terá sido detido um dos alegados lideres do grupo de tráfico, que atuaria em rede e de forma organizada e ao qual estaria ligado um outro, a viver no Bairro da Torre, em Cascais- um "agarrado à branquinha" que, segundo moradores locais, "está muito longe de ser um dealer, em comparação com gente que é vista habitualmente a passear-se pelo bairro ao volante de grandes máquinas".

As autoridades terão, ainda, confiscado 16 mil doses de haxixe, mil de cocaína, 37 veículos, nove telemóveis, estes apreendidos na busca a 4 celas da cadeia de Caxias, e ainda diverso material de corte e embalamento de produtos estupefacientes.


O inquérito está a ser dirigido pela 4ª. Secção do DIAP de Sintra, com a coadjuvação do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Sintra e nesta operação, para além de um juiz e de quatro procuradores-adjuntos da República, estiveram mobilizados 410 militares da GNR, nomeadamente dos Comandos Territoriais, da estrutura da investigação criminal, do Grupo de Intervenção de Ordem Pública, Grupo de Intervenção de Operações Especiais e, ainda, do Grupo de Intervenção Cinotécnico, da Unidade de Segurança e Honras de Estado e 117 agentes da PSP.

A investigação a este alegado grupo organizado decorria há cerca de dois anos.

Entretanto, em comunicado, a Procuradoria Geral Distrital de Lisboa (PGDL) informou que “o processo encontra-se em segredo de Justiça”.



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