Sexo em apartamento de Cascais acaba em agressão, roubo e sequestro

Segurança

Por Redação
28/05/2018
Atualizada

A Brigada Antirroubo da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo identificou, localizou e deteve em tempo recorde um homem, de 53 anos, e uma mulher, de 35, por agressão, roubo, sequestro e burla informática nas telecomunicações de que foi vítima um homem, de 30 anos, que mantinha desde outubro último uma relação íntima consentida com a mulher no apartamento dela, num conhecido bairro em Cascais.

Este sábado, pouco antes das três horas da manhã, a vítima, que reside na Amadora, dirigiu-se, como habitualmente, ao apartamento da mulher para mais um encontro sexual.

Só que, desta vez, a mulher exigiu-lhe um pagamento para manter relações. No apartamento encontrava-se um outro homem, de 53 anos, que também manteria uma relação íntima com a mesma mulher.

A vítima, que não possuía dinheiro consigo, acabou por ser agredida e sequestrada sob a ameaça de facas.

Posteriormente, o homem feito refém e sob a ameaça das armas brancas foi obrigado a entrar numa viatura e a seguir com os suspeitos até ao seu domicílio, na Amadora.

Aqui, o casal roubou diversos objetos valiosos e, sempre com a vítima limitada na sua liberdade de movimentos, recorrendo para tanto à ameaça com armas brancas, procederam ainda durante a mesma madrugada a diversos levantamentos de dinheiro com o cartão multibanco, totalizando a quantia de oitocentos euros.

Já no sábado, durante a manhã, utilizaram igualmente o cartão de crédito da vítima, com o qual realizaram várias compras em dois centros comerciais, um deles o CascaiShopping, em Alcabideche.


Acionada, a Brigada Antirroubo da PJ desenvolveu uma investigação que permitiu a localização e detenção dos suspeitos em tempo recorde e à qual não foi alheia a colaboração da GNR de Alcabideche, segundo disse, a Cascais24, o coordenador de investigação criminal que está a dirigir aquela brigada da Judiciária. 

“Nas diligências realizadas foram recuperados todos os objetos roubados, bem como os adquiridos a crédito e ainda, parte do dinheiro resultante dos levantamentos por multibanco, bem como as armas brancas usadas na tomada da vítima como refém”, acrescentou o coordenador João Bugia.

O casal suspeito foi submetido a primeiro interrogatório judicial esta segunda-feira junto do Tribunal de Cascais, não sendo ainda conhecidas as medidas de coação.




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