GNRs e bombeiro acusados pelo Ministério Público de raide à margem da Lei

Segurança

Por Redação

Seis militares da GNR, que prestaram serviço no Subdestacamento de Alcabideche e, entretanto, a seu pedido, foram colocados noutras unidades do País, bem como um bombeiro, a prestar serviço numa corporação do concelho de Sintra, e um civil que, simultaneamente, terá sido a vítima, foram agora acusados pelo MP pela prática de crimes de injúria agravada, de resistência e coação sobre funcionário e de ofensa à integridade física qualificada e deverão ser julgados por um tribunal singular.


Segundo uma nota da Procuradoria- Geral Distrital de Lisboa (PGDL), no essencial está indiciado que no dia 20.06.2015, pelas 19h, no Bairro Novo de Alcoitão, em Alcabideche, os arguidos, militares da GNR, que nesse dia não se encontravam em exercício de funções, foram provocados pelo arguido civil e outros indivíduos não identificados através de expressões ofensivas, tendo sido agredidos.


Ainda segundo o despacho, “após as agressões sofridas e a condução dos guardas feridos ao hospital, os militares regressaram ao local, acompanhados do amigo bombeiro, tendo detido o civil”, que foi conduzido ao Subdestacamento da GNR de Alcabideche”.


Já no interior do posto da GNR, “os arguidos agrediram o detido, desferindo-lhe um número indeterminado de golpes, com objetos de natureza contundente”.


De acordo com a nota do Ministério Público (MP), entretanto, no decurso do inquérito, foi requerida a recolha de ADN aos arguidos.


“A investigação", conclui a nota oficial, “foi efetuada sob a direção do MP do DIAP de Cascais da Comarca de Lisboa/Oeste, com a coadjuvação da PJ”.


Todos os arguidos, com idades entre os 29 e 35 anos, ainda poderão requerer a abertura de instrução, o que, a acontecer, levará um juiz de instrução criminal a determinar julgamento ou não.



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