Tribunal da Relação confirma 6 anos de prisão para ex-chefe de escuteiros pedófilo

Segurança




Um ex- chefe de escuteiros, de 29 anos, de um agrupamento da região de Parede, no concelho de Cascais, viu esta semana o Tribunal da Relação de Lisboa confirmar a pena de seis anos de prisão a que foi condenado pelo Tribunal de Sintra, por abusar sexualmente de uma escuteira de 13 anos.

Os abusos tiveram lugar em 2015 e no ano passado e começaram na sede do agrupamento de escuteiros, na região de Parede, e continuaram num acampamento de verão na serra de Sintra e, também, num outro que teve lugar na base militar de Comandos de Oeiras.

O homem foi detido no ano passado pela secção da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo que investiga crimes sexuais.

Já este ano, o ex-chefe de escuteiros foi julgado no Tribunal da comarca de Lisboa Oeste, em Sintra, tendo confessado os crimes.

Acabou por ser condenado a seis anos de prisão efetiva, mas veio a recorrer para o Tribunal da Relação de Lisboa, que agora confirmou a pena aplicada na primeira instância.

Por tratar-se de uma pena inferior a oito anos, não vai poder recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça, tendo-se esgotado qualquer outro recurso depois da Relação.  


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