No dia 1 de outubro… junte-se a todos nós e … VÁ VOTAR !!!

Opinião




Finalmente, no dia 1 de Outubro, vamos chegar ao momento de conhecer a verdade que condicionará o nosso futuro dos próximos quatro anos que nos será revelada pelos resultados nas urnas de voto, a única verdade, inquestionável e fria, que arrasa com todas as sondagens e todas as previsões, alardeadas, na sua quase totalidade, ao sabor dos anseios, do interesse, do apetite e da ambição dos vários umbigos em contenda eleitoral.


Estamos, por isso, convocados, pela legítima esperança de uma vida melhor, para participarmos na escolha de quem irá gerir o nosso património municipal e a nossa qualidade de vida durante os próximos quatro anos.

É natural, que a preparação para cumprirmos essa escolha solene, deverá ter em conta que o sentido da função autárquica está a ganhar novas dimensões, muitíssimo mais abrangentes, diversificadas e exigentes, do que as verificadas no passado recente. Por isso mesmo, será necessária e urgente uma profunda renovação nos quadros autárquicos.


Desta feita, tenhamos em conta que o pluralismo cultural, a convivência social solidária e os patamares do conhecimento cresceram em importância e se tornaram variáveis fundamentais para encontrar as soluções adequadas às questões impostas pela velocidade vertiginosa do progresso tecnológico e dos ciclos de vida, que nos obrigam a adaptações cada vez mais implacáveis, específicas e frequentes.


Ora, o sucesso desta empreitada não é possível apenas a partir das instituições que impõe implacavelmente as soluções de cúpula, não participadas. É por isso que, a insuficiência do sufrágio obriga, a que os cidadãos se associem às instituições, que cada vez mais os devem chamar ao estatuto de participantes no processo político e nas soluções da nova modernidade.


Mas, vivemos um tempo fascinante que nos acorda para uma humanidade transversal que chama pela virtude da política e dos valores fundamentais que nos alargam para o mundo. Será o tempo de uma proximidade dinâmica, porque hoje, tudo interage e se aproxima. Por ventura, nunca o sentido do outro esteve tão presente nas formas de vida.


Por tudo o que disse, é essencial participar activamente nas eleições para evitar as crispações e os conflitos artificiais que tanto têm afectado a confiança dos cidadãos nas instituições e, em particular, na classe política. Só assim, podemos esperar – e até exigir – que os agentes políticos actuem com responsabilidade, elevação e sentido cívico, colocando o interesse municipal acima dos interesses pessoais e partidários.


Regressemos à supremacia do credo dos valores e à convicção de que a terra é a casa comum dos homens.

Será possível que as pessoas esqueçam, estupidamente, que a sua passagem por esta vida é efémera … e que cada momento que não seja vivido na dignificação de nós próprios … é um momento desperdiçado?


Faço os melhores votos para que o acto eleitoral do próximo dia 1 de Outubro seja largamente participado e que dele resulte uma oportunidade substancial de progresso e desenvolvimento para Cascais e para todos nós.

1 comentário:

João Casanova Ferreira disse...

Democracia é participar na opção através do voto. Mas em democracia não há homens providenciais. Mesmo com maiorias deve sempre haver repartição equilibrada dos poderes expressos pelos eleitores. Não entender esta simplicidade abeira-se da ditadura. Como aconteceu infelizmente nestes anos em Cascais. Não é verdade?

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