Operação “Olissipus” traz Anticorrupção da PJ a Cascais

SEGURANÇA

OPERAÇÃO Anticorrupção também abrangeu o concelho de Cascais

Por REDAÇÃO
20 abril 2021 | 16h08 | Atualizada às 17h43

Cascais foi um dos concelhos alvo de buscas no âmbito da operação “Olissipus”, lançada esta terça-feira pela Brigada Anticorrupção da PJ, em que estarão em causa suspeitas da prática de crimes cometidos no exercício de funções públicas, relacionados com a área do urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, nomeadamente, abuso de poder, participação económica em negócio, corrupção, prevaricação, violação de regras urbanísticas e tráfico de influências.


Fonte da PJ revelou, a Cascais24, que as buscas em Cascais tiveram por alvo uma habitação, escusando-se, no entanto, a confirmar ou desmentir que possa ter sido a residência do arquiteto e antigo vereador do PS do Urbanismo na Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Sande e Castro Salgado, que pediu a demissão em 2019. 

Para além de Cascais, a ação desenrolou-se em Lisboa, Sintra, Caldas da Rainha e Alvor.

Contou com a participação de seis magistrados do Ministério Público e de noventa inspetores e peritos da Unidade de Perícia Tecnológica e Informática.

A operação “Olissipus”, lançada no âmbito de oito inquéritos dirigidos pela 1ª Secção do DIAP Regional de Lisboa, culminou na execução de 28 mandados de busca, 10 buscas domiciliárias e 18 não domiciliárias, visando a recolha de documentação relacionada com suspeitas de práticas criminosas, sob investigação.

Segundo a PJ, as investigações prosseguem.



 


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