Segurança
Promete “planeamento” e “prevenção”, pois, segundo afirmou em reunião há tempos com os agentes de Proteção civil do concelho, “ a capacidade de resposta no terreno está bem entregue”.
Mónica Silva sucede no cargo a Maria do Céu Garcia, entretanto regressada à empresa municipal Cascais Dinâmica.
No entanto, a nomeação de Mónica Silva para o cargo de coordenadora da Proteção Civil de Cascais está a gerar um desconforto cada vez maior na estrutura de este importante órgão, apurou Cascais24.
“Com tanta gente qualificada e habilitada para o cargo, para mais conhecedora da região, como é possível ir buscar e nomear alguém de fora, que não conhece minimamente a realidade portuguesa e, em particular, a do concelho de Cascais”, questionam algumas fontes contatadas por Cascais24.
Segundo Cascais24 apurou, a nomeação baseou-se na confiança pessoal de Carlos Carreiras e tem suscitado polémica dentro da estrutura, seja pelo perfil profissional, seja pela (pouca) experiência da mesma, seja pelo conhecimento reduzido que a mesma possui sobre Cascais e sobre a realidade da Proteção Civil no concelho e no País.
De acordo com o despacho de nomeação publicado no Diário da República, em 7 de junho de 2019, Mónica Araújo da Silva tem um percurso profissional centrado no Brasil e, concretamente, na Petrobrás- a empresa brasileira alvo de investigação no âmbito do processo Lava-Jato.
Em termos de habilitações académicas, a coordenadora da Proteção Civil de Cascais afirma-se “Bacharel” em Economia pela Universidade Gama Filho – universidade considerada “universidade fantasma” em 2014, que fechou depois de escândalos financeiros e académicos; possui uma “graduação executiva” em gestão e planeamento ambiental na Universidade Estácio de Sá, um MBA em “Professional Self Coaching” no Instituto Brasileiro de Coaching e um “mestrado” em Defesa Civil da Universidade Federal Fluminense.
A única experiência profissional relacionada com a proteção civil que Mónica Araújo da Silva possui são, ainda de acordo com o Diário da República, uns cursos profissionais e seminários em que a mesma participou.
Esta nomeação, que apanhou de surpresa diversos membros dos órgãos da Proteção Civil e dos organismos que o compõem, é tanto mais contestada quanto a nomeada era desconhecida no meio e, aparentemente, tem um tratamento privilegiado junto da Câmara Municipal de Cascais, para além dos carros de função que usa.
Criado a 28 de Outubro de 1987, tem por missão executar e coordenar a política municipal de proteção civil, nomeadamente na prevenção, preparação, resposta e recuperação a acidentes graves, e catástrofes, promovendo a proteção e o socorro das populações, dos bens, do património e do ambiente no concelho de Cascais.”, pelo que, segundo fontes contatadas por Cascais24, que pediram o anonimato, não deixa de causar estranheza a opção feita pelo presidente da Câmara Municipal de Cascais.
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| 26 setembro 2019 |
Mónica Araújo Silva, 48 anos, de
nacionalidade brasileira e ex-alegada consultora da Petrobrás é a coordenadora
da Proteção Civil de Cascais, nomeada por Carlos Carreiras.
Promete “planeamento” e “prevenção”, pois, segundo afirmou em reunião há tempos com os agentes de Proteção civil do concelho, “ a capacidade de resposta no terreno está bem entregue”.
Mónica Silva sucede no cargo a Maria do Céu Garcia, entretanto regressada à empresa municipal Cascais Dinâmica.
No entanto, a nomeação de Mónica Silva para o cargo de coordenadora da Proteção Civil de Cascais está a gerar um desconforto cada vez maior na estrutura de este importante órgão, apurou Cascais24.
“Com tanta gente qualificada e habilitada para o cargo, para mais conhecedora da região, como é possível ir buscar e nomear alguém de fora, que não conhece minimamente a realidade portuguesa e, em particular, a do concelho de Cascais”, questionam algumas fontes contatadas por Cascais24.
Mónica, que vive em Portugal há cerca
de um ano e possui autorização de residência do SEF, foi nomeada por Carlos
Carreiras por despacho de abril de 2019 (publicado apenas em junho) para
dirigente máxima da Proteção Civil de Cascais.
Segundo Cascais24 apurou, a nomeação baseou-se na confiança pessoal de Carlos Carreiras e tem suscitado polémica dentro da estrutura, seja pelo perfil profissional, seja pela (pouca) experiência da mesma, seja pelo conhecimento reduzido que a mesma possui sobre Cascais e sobre a realidade da Proteção Civil no concelho e no País.
De acordo com o despacho de nomeação publicado no Diário da República, em 7 de junho de 2019, Mónica Araújo da Silva tem um percurso profissional centrado no Brasil e, concretamente, na Petrobrás- a empresa brasileira alvo de investigação no âmbito do processo Lava-Jato.
Mónica Araújo da Silva, nascida
em 1971, trabalhou na Petrobrás entre de 1991 e setembro de 2018, tendo sido
nomeada Adjunta do Gabinete de Apoio à vereação pelo presidente Carlos
Carreiras a 2 janeiro de 2019, cargo que desempenhou até 1 de maio, quando
produziu efeito a sua nomeação para a Proteção Civil de Cascais.
Em termos de habilitações académicas, a coordenadora da Proteção Civil de Cascais afirma-se “Bacharel” em Economia pela Universidade Gama Filho – universidade considerada “universidade fantasma” em 2014, que fechou depois de escândalos financeiros e académicos; possui uma “graduação executiva” em gestão e planeamento ambiental na Universidade Estácio de Sá, um MBA em “Professional Self Coaching” no Instituto Brasileiro de Coaching e um “mestrado” em Defesa Civil da Universidade Federal Fluminense.
A única experiência profissional relacionada com a proteção civil que Mónica Araújo da Silva possui são, ainda de acordo com o Diário da República, uns cursos profissionais e seminários em que a mesma participou.
Esta nomeação, que apanhou de surpresa diversos membros dos órgãos da Proteção Civil e dos organismos que o compõem, é tanto mais contestada quanto a nomeada era desconhecida no meio e, aparentemente, tem um tratamento privilegiado junto da Câmara Municipal de Cascais, para além dos carros de função que usa.
Recorde-se que, de acordo com o site oficial do município de Cascais, “O Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) é a
estrutura municipal incumbida de executar a política municipal de segurança no
âmbito da proteção civil no concelho de Cascais.
Criado a 28 de Outubro de 1987, tem por missão executar e coordenar a política municipal de proteção civil, nomeadamente na prevenção, preparação, resposta e recuperação a acidentes graves, e catástrofes, promovendo a proteção e o socorro das populações, dos bens, do património e do ambiente no concelho de Cascais.”, pelo que, segundo fontes contatadas por Cascais24, que pediram o anonimato, não deixa de causar estranheza a opção feita pelo presidente da Câmara Municipal de Cascais.
O ( im) previsível Senhor Carreiras
Era previsível que, aquando da saída de Maria do
Céu Garcia do cargo de Coordenadora da Proteção Civil Municipal de Cascais, o
chamado chefe do governo local de Cascais, senhor Carlos Carreiras, ponderasse
na nomeação de substituição de alguém qualificado e habilitado para o exercício
da função. Cascais possui gente muito competente. Muitos com sobejas provas
dadas! É inegável. Eis alguns nomes: Carlos Mata, antigo comandante dos Bombeiros de
Alcabideche e comandante operacional distrital de Proteção Civil de Lisboa e,
atualmente, diretor do serviço municipal de Proteção Civil; Carlos Estibeira,
também atualmente chefe de operações da Proteção Civil Municipal e segundo
comandante dos Bombeiros de Cascais. É considerado "muito experiente"
na área da proteção civil; Pedro Araújo, comandante dos Bombeiros de Parede, é
outro dos nomes que o senhor Carlos Carreiras ignorou. É um dos mais
qualificados e, na atualidade, entendidos homens com profundos conhecimentos na
área". Outros existem, na atualidade, que estão qualificados e habilitados
para desempenhar tão espinhoso cargo! No entanto, o (im) previsível (?) senhor
Carlos Carreiras optou, (sabe-se lá porquê e com que fundamentos) entregar o
cargo a alguém (de fora) e com apenas 5 meses de alegada ligação ao município
como Adjunta do presidente da Câmara! Não está em causa o facto da senhora
Mónica Araújo Silva ser cidadã brasileira, embora sejam conhecidas as conexões
do senhor Carreiras a terras de Vera Cruz, mormente desde os tempos em que
trabalhou para Sousa Cintra ou outras que, eventualmente, possam existir! Está
em causa o reconhecimento e o respeito que deveria ter por profissionais que
sempre deram e continuam a dar pela segurança de pessoas e bens no concelho
que o senhor, ao que parece, mais uma vez, terá preterido a outros interesses
que, assumo, não serão certamente os da segurança dos cascalenses!





22 comentários:
Porque será???
Por certo ela deve conhecer bem a "area ou zona" como queira chamar ...
Sem dúvida um a absurdo.
Saibam que há um dedinho de Lula e Dilma nesta nomeação
Muito me admira um estrangeiro ser nomeado para um cargo publico,mesmo que tenga dupla cidadania( que não sei se é o caso dessa senhora).
Será que Cascais não possui pessoas competentes para ocupar tal cargo.
No sense.
Grande artigo! Parabéns. Falta mais uns quantos a respeito de todos os chefes de gabinete e adjuntos que estão meia dúzia de meses na função e que, depois, transitam para o organigrama da Câmara...
Têm aqui outro exemplo de uma jovem, com pouco ou nenhum currículo que recebe uma avença por 8 meses, a preços principescos:
Marilyn Sophie dos Ramos Calado
http://www.base.gov.pt/Base/pt/Pesquisa/Contrato?a=5785473
É fazer as contas e perceber que uma senhora, com mestrado acabado em 2016, vai receber quase 3.000€. E há mais...
O presidente Carreiras deve algum favor?
Está senhora vendia algodão doce nas festas de Cascais.
Então e o diretor municipal que faz parte da lista de devedores ao fisco em mais de 250 mil euros, então e a esposa do drº Mota Soares que é presidente da Assembleia Municipal, então e o resto das esposas então e o resto....lista interminalvel de abuso de poder.
Aqui não me cheira a 🔥 fogo, mas sim a putaria!! 😂
Deve ser uma excelente (PRU)fissional, não é Sr. Carreiras !!! .
O que esta rapariga deve ter trabalhado nos gabinetes. se calhar merece mesmo o cargo.
Não era essa que trabalhava na curva da estrada do Pinhal novo?
Estes interesses consentido pelo Presidente, só podo ser de ligações de correlegionários amigos e familiares.
Quando os nossos filhos e netos se candidatam, vão de imediato saber/descobrir (tipo PIDE/DGC), quem são, de onde vieram e qual partido a que pertence ( tudo isto já se vem descobrir nas redes sociais).
Se não tiverem tais referências partidárias, muitos deles, nem se quer são chamados para as entrevistas. Podem ter os cursos que tiverem, as várias formações que adquirida ao longo do seu percurso, mas se não forem da cor. Não têm acesso ao lugar, isto esta acontecer tanto no Publico como no Privado.
Um desabafo de um pai e avô
Deve ser boa embaixo da secretária nao sr.carreiras. Seu sem vegonha
Que absurdo. Enviem para Ana Leal da comunicação social.
Conseguem descobrir onde ela atende?
Há alguma dúvida de que o senhor anda a comer a zuca??Que outra explicação há??E na Câmara vão deixar?Essa é a questão que interessa.
Isto só revela que o responsável número um da segurança no concelho de Cascais, está-se nas tintas para os municipes ... que o Dr. Rui Rio corra com este individuo o mais depressa possivel de CASCAIS .... os escândalos são inumeros contra os municipes , numa das zonas mais caros da area metropolitana de Lisboa a nivel de impostos ... os cascalenses merecem profissionalismo, excelencia de serviços ... Cascais não é um antro de negociatas, para quem deveria servir os municipes .
Cheira-me que esta senhora está a fazer um bom trabalho e que está a Pisar os caules a alguém é alguém queria tacho nomeadamente os nomes referido no último excerto da notícia daí a notícia ter sido difundida na comunicação social, continue sra. está a fazer um bom trabalho, meta-os no sítio!
Contatadas????
É o que dá escrever em "Crioulo Estatal"!
Mesmo considerando a Ilegal e Inconstitucional Aberração Ortográfica de 1990, que só obriga o Estado e Organismos dele dependentes, a palavra "contacto" , em Portugal, não sofreu qualquer alteração. "Contato", só é usada no Brasil, tal como facto que também não sofreu a ablação do "c".
Deixem-se de pseudo-modernismos e pseudo-evoluçöes linguísticas, não sejam intelectualmente indigentes e usem a ortografia em vigor na Ordem Jurídica Nacional, a emanada pelo Decreto 35228 de 8 de Dezembro 1945,pois este Decreto nunca foi revogado.
As pessoas falam o que querem, não conheço a sra. mas até de puta já foi aqui chamada. A discriminação não é novidade aqui na terrinha " é brasileira é sinônimo de puta. Outra coisa, a Universidade Gama Filho, de uns anos para cá e que ficou sem prestígio, mas no início, era uma ótima faculdade, Marcelo Caetano foi professor lá quando foi exilado, portanto, temos que pesquisar, para depois emitir opinião. O fato de chamarem um estrageiro, não vejo problema se o mesmo for competente, senão assim os portugueses não ocupavam cargos em outro país. Aliás para quem não sabe e duvido que saibam o novo PGR, procurador geral da república no Brasil, cargo deveras importante, é um PORTUGUÊS, e temos muitos portugueses ocupando cargos no Brasil e são portugueses, e ninguém acredito vão para a net, tecer esses comentários desabonadores. Não conheço a sra, mas... façam abaixo assinado para que ele, o Carreiras a demita.
Neusa caldas e vosso e prima da puta ou colega?
É vergonhosa esta situação, como é que possivel pôr uma senhora estrangeira a comandar a proteção civil de Cascais, inclusive passando por cima de pessoas competentes que foram mencionadas no artigo.Esta situação devia ser investigada e não deixar em branco, o Carreiras têm que ser chamado para se justificar isto não pode cair em saco roto.
TRISTEZA
A maneta dos bicos ao CC, já deu o que tinha a dar, agora foi substituída por uma profissional do pais onde estão os seus investimentos, nomeadamente na criação de gado bovino.
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