À procura do amor que nunca teve


                                                      15 NOVEMBRO 2019

Ana (nome fictício) 58 anos, procurou toda a sua vida, o sentimento mais simples e puro, o amor.

Amor que na Infância e adolescência lhe foi negado, por aqueles que nunca esperamos que falhem, os pais. 

Quantas vezes, nos assombra um passado que nos deixa marcas? Sim, esse passado levou Ana a posse de droga e a três relações que lhe ceifaram de alguma forma, a ternura da vida!

Se foi obrigada a abortar por um companheiro, outro levou- a continuar com o sentimento de vazio  de solidão, com um filho doente e uma mãe para cuidar, tinha que aguentar... até que um dia ele sumiu...

Ana (nome fictício) ficou com "feridas" que jamais cicatrizarão
Mas, Ana, fragilizada, continuava em busca não só de amor, como de uma vida melhor, a que nunca teve, e foi aqui que se deslumbrou cegamente, pelo que diz ter sido o amor da sua vida... Mas, este não era o príncipe (que quando estamos fragilizadas é fácil, não vermos o óbvio...) apesar de lhe proporcionar tudo quanto estava necessitada, tinha graves problemas de ordem sexual, e usa a Ana durante 15 anos como o seu objeto, rebaixado e humilhando.

Até ao dia, que não lhe interessou mais, e foi neste momento que Ana acordou para a vida, e para o mundo, e disse Basta!

Com a autora esta quinta-feira no "Manhã CM"
Porque, ninguém pode comprar o amor, a saúde, respeito e a paz!

Ana vive com o seu filho, apesar de não acreditar mais no amor de um homem, ama- se a si incondicionalmente, mas sempre em solidão!

Retrato de alguém que apenas queria que a amassem e respeitassem... E que tem feridas que jamais cicatrizarão...


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