Por Redação
13 janeiro 2019
O Conselho Diretivo da
Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) aprovou a
criação de uma equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos dirigida
aos utentes do Agrupamento de Centros de Saúde de Cascais com necessidades
paliativas complexas.
Numa primeira fase, esta equipa é constituída por dois médicos, dois enfermeiros, um psicólogo e um assistente social, anunciou a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, segundo a qual estes profissionais de saúde, vão prestar cuidados nos domicílios mas também assegurar uma consulta de Cuidados Paliativos semanais aos doentes autónomos.
Numa primeira fase, esta equipa é constituída por dois médicos, dois enfermeiros, um psicólogo e um assistente social, anunciou a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, segundo a qual estes profissionais de saúde, vão prestar cuidados nos domicílios mas também assegurar uma consulta de Cuidados Paliativos semanais aos doentes autónomos.
“Esta equipa é uma mais-valia
desde logo porque vai permitir que os doentes tenham acesso a cuidados
especializados no conforto do seu domicílio e junto das suas famílias”,
explicou Luís Pisco, Presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e
Vale do Tejo.
“Garantir um serviço diferenciado, multidisciplinar e especializado no âmbito dos cuidados paliativos, a doentes com doença avançada e progressiva, e suas famílias, proporcionando alívio do sofrimento físico, psicológico, social e espiritual” é um dos objetivos da equipa.
“Garantir um serviço diferenciado, multidisciplinar e especializado no âmbito dos cuidados paliativos, a doentes com doença avançada e progressiva, e suas famílias, proporcionando alívio do sofrimento físico, psicológico, social e espiritual” é um dos objetivos da equipa.
A equipa do Agrupamento de
Centros de Saúde de Cascais propõe-se ainda a “prestar cuidados domiciliários
desde a admissão do doente e sua família, estendendo-se ao período do luto, com
o objetivo de controlar ou minimizar o sofrimento, proporcionando cuidados
humanizados que dignifiquem a condição humana e promovam a qualidade de vida”.
Já Helena Costa, diretora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde recorda que “esta era uma necessidade identificada pelas equipas de Cuidados Continuados Integrados do ACES” e esta equipa vai dar um “importante contributo para a melhoria do bem-estar e qualidade de vida dos utentes que tenham critérios para dela usufruírem”.
A equipa de Cuidados Paliativos tem ainda a importante missão de assessorar nesta área todas as unidades funcionais do ACES – como as Unidades de Cuidados de saúde Personalizados (UCSP) e Unidades de Saúde Familiar (USF), etc.. –, estando inclusivamente prevista a intervenção conjunta em doentes menos complexos e a organização de atividades formativas em Cuidados Paliativos.
Já Helena Costa, diretora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde recorda que “esta era uma necessidade identificada pelas equipas de Cuidados Continuados Integrados do ACES” e esta equipa vai dar um “importante contributo para a melhoria do bem-estar e qualidade de vida dos utentes que tenham critérios para dela usufruírem”.
A equipa de Cuidados Paliativos tem ainda a importante missão de assessorar nesta área todas as unidades funcionais do ACES – como as Unidades de Cuidados de saúde Personalizados (UCSP) e Unidades de Saúde Familiar (USF), etc.. –, estando inclusivamente prevista a intervenção conjunta em doentes menos complexos e a organização de atividades formativas em Cuidados Paliativos.


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