NO RASTO DE GANG CIGANO ROMENO QUE ATACA IDOSOS

Por Cascais24


09.01.2016
É de etnia cigana o gang romeno que tem andado nos últimos dias a rondar domicílios, preferencialmente habitados por pessoas idosas, nos Bairros Irene e Maria, em Alvide, na freguesia de Alcabideche, havendo notícia de, pelo menos, dois assaltos e uma tentativa, soube Cascais24.
 
Segundo informação disponibilizada pela GNR a Cascais24, este grupo desloca-se em, pelo menos, três veículos, encontrando-se referenciados um furgão, um monovolume e um Volkwagen Passat.
“Estamos atentos e a seguir, de acordo com as informações que chegam, as movimentações do grupo suspeito”, assegurou, este sábado um responsável pela GNR.

Ainda este sábado, na sequência do Alerta lançado por Cascais24 nas últimas horas, foram recepcionadas no Subdestacamento da GNR de Alcabideche “duas denúncias de pessoas diferentes, a informar da presença dos suspeitos”, mas segundo a mesma fonte, “não foi possível a sua visualização à chegada das patrulhas”.
Um homem que, normalmente fica ao volante, enquanto três mulheres, todas elas de compleição física robusta e usando indumentária negra, funcionam como “operacionais” nos assaltos, constituem este grupo que, segundo também Cascais24 apurou, “é suspeito de práticas ilícitas semelhantes na região de Sintra, nomeadamente em Pêro Pinheiro”.
O tenente-coronel Tavares Duarte, do Comando Territorial de Lisboa, reafirmou que “a Guarda está atenta à alegada presença de este grupo ” e exortou as eventuais vítimas a “não terem receio e a formalizarem queixa”.
O mesmo oficial superior da GNR apelou à colaboração da comunidade, no sentido de, em caso de detetar algo suspeito, que entre de imediato em contato com a autoridade policial da área.
A GNR, através do Comando Territorial de Lisboa, apela, ainda, a eventuais testemunhas que vislumbrem a presença dos veículos e dos suspeitos que, discretamente, anotem matriculas e características dos veículos, bem como a descrição dos seus ocupantes.
 

NÃO ABRA A PORTA

Em regra, este grupo recorre às mulheres para executarem os assaltos, escolhendo, preferencialmente, pessoas de idade avançada.
“Recorrem, habitualmente, ao método de baterem à porta ou tocarem à campainha, argumentando necessidade de telefonar, de um copo de água e/ou de satisfazerem uma necessidade fisiológica urgente”, explicou, ao Cascais24, fonte policial.
Uma vez aberta a porta do domicílio, que atacam depois de vigilâncias, durante as quais acabam por conhecer as rotinas das vítimas, neutralizam os idosos pela coacção física, recolhendo todos os objetos de valor.
Entretanto, eis alguns conselhos avançados pelas autoridades para impedir eventuais ataques:
Se baterem à porta, pergunte sempre quem é. Se possível, confira-o pelo olho da porta ou indo à janela superior ao nível de quem está a bater, fora do seu alcance antes de abrir;
Verifique, através do óculo, a identificação da pessoa;
Se desconfiar, não abra. Informe para passarem mais tarde. Troque impressões com alguém de confiança. Nunca divulgue que está sozinho(a) em casa ou quantas pessoas aí estão e, finalmente, dê a entender que está acompanhado, mesmo encontrando-se só.
 

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