JUSTIÇA
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| MINISTÉRIO Público de Cascais investiga morte de trabalhador na Etar da Guia |
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| 14 fevereiro 2021 |
O trabalhador da direção de
operação terá sofrido uma queda fatal ao pisar uma grade, que abateu, num dos quatro
pisos de subsolo da Etar.
Há algumas semanas, o
Ministério Público, que abriu um inquérito ao acidente, começou a ouvir vários
trabalhadores da Etar, soube, ainda, Cascais24.
Para além de responsáveis pela
Águas do Tejo Atlântico, o Ministério Público deverá ouvir, igualmente, os
operacionais envolvidos na operação de socorro.
Em causa poderá estar um
homicídio, por negligência, sobretudo no que diz respeito à falta de manutenção
do local de onde o trabalhador acabou por cair e morrer no fosso.
O corpo do malogrado funcionário
acabou por ser resgatado no final de uma complexa operação, que durou várias horas. 
TRABALHADOR encontrou a morte a 28 de novembro do ano passado
Na altura, no local, estiveram os Bombeiros de Cascais, a VMER a PSP,
psicólogos e os meios internos da empresa.
Também a Delegação de Sintra da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) enviou inspetores ao local, desconhecendo-se, no entanto, qual a conclusão a que chegaram.
A vítima trabalhava há cerca
de 10 anos na Águas do Tejo Atlântico.
Segundo uma nota divulgada 48
horas depois do acidente, a empresa informava que o trabalhador “morreu na sequência de uma queda, enquanto manuseava uma
máquina”. 
VÍTIMA trabalhava há 10 anos nas Águas do Tejo Atlântico
“Apesar
de todos os meios acionados e esforços de todos os envolvidos não foi possível
resgatá-lo com vida”, adiantava a nota da empresa, segundo a qual
“nesta hora difícil, os nossos pensamentos estão com a família à qual
transmitimos as nossas sentidas condolências e manifestamos a solidariedade da
empresa e de todos os colegas”.
A Águas
do Tejo Atlântico é uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos,
responsável pela gestão e exploração do sistema multimunicipal de saneamento de
águas residuais da Grande Lisboa e Oeste, em regime exclusivo, e por um prazo
de 30 anos.




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