"Mãe social" da Aldeia SOS condenada por ofensas a menores

JUSTIÇA

ALDEIA SOS de Bicesse (Foto arquivo)


11 maio 2021 | 00h05
Uma "mãe social", que prestava serviço há cerca de 30 anos na Aldeia SOS, em Bicesse e há dois anos cessou o vínculo com a instituição, foi julgada e agora condenada pelo Tribunal de Cascais a 3 anos e meio de prisão, com pena suspensa, por ofensas a crianças e jovens institucionalizados, soube Cascais24.



A arguida, atualmente com 66 anos, era acusada de crimes de maus tratos e de ofensas à integridade de, pelo menos, quatro menores de ambos os sexos, entregues aos cuidados da conhecida instituição.

"Burros", "deficientes", "porcos", "putas" e "fedelhos de merda", eram alguns dos epítetos alegadamente dirigidos aos menores a seu cargo.

Para além disso, terão existido agressões com "objetos" arremessados contra alguns deles.

Natural de Penafiel, a mulher exercia atividade como " ajudante de ação direta" na Aldeia SOS, em Bicesse, há mais de 30 anos.

No entanto, na sequência do inquérito-crime, que agora culminou com o julgamento, a Aldeia SOS fez com que a mulher cessasse a sua atividade ao serviço da instituição em 2019. 

CONFLITOS entre jovens internados têm obrigado à intervenção dos Bombeiros e da GNR
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Instituição de prestigio, a Aldeia de Crianças SOS, em Bicesse, na freguesia de Alcabideche, tem sido ultimamente palco de algumas situações anormais, nomeadamente o caso de uma ex-funcionária que terá desviado cerca de 20 mil euros em fundos dos cofres e, ainda, de conflitos entre jovens internados, com a intervenção da GNR e Bombeiros de Alcabideche, alguns dos quais acabam no Hospital de Cascais.



 


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