JUDICIÁRIA investiga desaparecimento de irlandesa de hostel na Parede

SEGURANÇA

IRLANDESA Jean Tighe (foto acima) foi vista pela última vez com vida no hostel de Parede onde estava alojada

Por REDAÇÃO
05 setembro 2022 | 18h04

MISTÉRIO | A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar o misterioso desaparecimento há dois anos de uma cidadã irlandesa, Jean Louise Tighe, então com 41 anos, que estava alojada no hostel Help Yourself, na praça 5 de Outubro, na Parede.

A notícia é avançada pelo Expresso, na sequência de uma investigação do jornalista Micael Pereira.

Segundo o jornal, “o mistério adensa-se sobre o que poderá ter acontecido a Jean Tighe, uma irlandesa de 41 anos que decidiu passar os meses mais restritivos da pandemia da covid-19 em Portugal, até desaparecer subitamente em julho de 2020, quando estava alojada no hostel na Parede, na linha de Cascais.

Ainda de acordo com o Expresso, “embora haja um processo-crime aberto desde essa altura, o caso nunca foi tornado público e demorou dois anos a chegar à Polícia Judiciária.

De acordo com a investigação do Expresso, “Jean saiu do radar às 16h06 de 13 de julho de 2020. Essa é a hora exata em que deu o último sinal de vida conhecido até ao momento. Foi quando telefonou pelo WhatsApp para Leona Tighe, uma das suas irmãs. A chamada não foi atendida e assim que a irmã tentou ligar de voltar, não houve resposta”.

Em declarações recentes ao jornal Irish Mirror, a irmã, Leona, revelou que Jean era uma “viajante”, não só por países europeus, como também por outros e sempre que precisava de apoio financeiro contava a família.

Aparentemente, a irlandesa deixou os pertences pessoais, incluindo o passaporte, roupas, dinheiro e as chaves de casa, no quarto que ocupava no hostel na Parede.

A investigação do Expresso indica que Leona Tighe, irmã de Jean, foi ouvida pela primeira vez na semana passada por inspetores, que também ouviram pela primeira vez testemunhas que estavam alojadas na unidade.

A mulher, oriunda de Dublin, teria problemas de saúde mental. 


Em Portugal, o alerta para o desaparecimento foi dado alegadamente pelo namorado, um angolano que conheceu na época e na Irlanda dado pela família.

Entretanto, segundo Cascais24Horas apurou, na lista de desaparecidos da PJ não existe qualquer referência ao desaparecimento com pedido de paradeiro da cidadã irlandesa.

Cascais24Horas procurou, mas sem sucesso, contatar com a gerência do hostel para procurar obter mais informação, mas do único número público conhecido de contato, que também serve para reservas, ninguém atendeu.



 

 

 

 

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