Jovem é suspeito de 23 crimes sexuais contra crianças em ambiente escolar

SEGURANÇA

JOVEM suspeito trabalhava com crianças
18 dezembro 2020
O jovem, 18 anos, ex-monitor de atividades extracurriculares no colégio Maristas, em Carcavelos, e numa escola básica, na área da União de Freguesias de Cascais e Estoril, detido pela PJ esta segunda-feira, é suspeito, para já, de 18 crimes de abuso sexual de crianças agravado e cinco outros na forma tentada.

Segundo uma nota divulgada esta sexta-feira pela Procuradoria-Geral Regional de Lisboa,“resultou suficientemente indiciado que o arguido manteve com menores conversas e contactos físicos de teor sexual, pondo em causa o livre desenvolvimento da sua personalidade na esfera sexual”. 

INQUÉRITO está a cargo do DIAP de Cascais

Ainda de acordo com o Ministério Público, o jovem suspeito “aproveitou-se do facto de ser professor e de desempenhar funções numa escola para molestar menores com idades compreendidas entre os 7 e os 11 anos”.

O inquérito corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal de Cascais (DIAP) de Cascais e encontra-se em segredo de Justiça.

Recorda-se que o jovem suspeito encontra-se desde esta terça-feira em prisão preventiva, depois de submetido a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Cascais.


Candidato a emprego camarário

Apontado como "empreendedor e bastante ativo", o jovem suspeito estava ligado a várias atividades e, inclusivamente, tinha-se candidatado a 3 de dezembro a um procedimento concursal aberto pelo município para recrutamento de 17 trabalhadores para várias áreas.

A noticia da sua detenção pela PJ pelos crimes graves alegadamente cometidos enquanto monitor, quer no colégio Maristas, quer numa escola pública de Cascais, apanhou família, amigos e quem o conhece "completamente de surpresa".

Até porque, afirmam, nunca terá "manifestado comportamentos desviantes".

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2 comentários:

Glória Reino disse...

É lamentável que os órgãos de comunicação social continuem a referir que o arguido era monitor nas atividades extracurriculares do Colégio Marista de Carcavelos.
O rapaz cumpria, no colégio, um estágio como técnico informático e foi selecionado por indicação do centro de formação.
No Colégio apenas trabalhou de 1 de Setembro a 1 de Novembro, altura em que foi afastado.
A Direção do Colégio já emitiu um comunicado aos órgãos de comunicação social por isso não se entende porque razão insistem em deturpar as informações quer quanto às funções quer quanto ao número de vítimas e gravidade dos atos cometidos.

Matilde disse...

Eu acho que nesta questão a importância desta situação não é uma informação a mais que foi dita, mas sim o que foi feito! Várias violações! A menores! Seja um estágio ou seja um trabalho fixo, acho que a sociedade não consegue separar bem a gravidade desta situação, preocupando-se mais com a informação transmitida sobre o seu local e funções do seu trabalho. O que interessa é que ele estava naquela escola e como disse esteve pouco tempo é mesmo assim violou tantas crianças ... sendo que frequentou outras escolas onde também aconteceram violações.

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