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| O ouro resgatado pela PSP |
14.10.2015
É suspeita de ter andado a
furtar, aos poucos, ouro avaliado em 57 mil euros da casa, no Estoril, onde
prestava serviço como empregada doméstica. Foi identificada por agentes da
Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Cascais em tempo mais ou menos
recorde e está, por indicação do Ministério Público, com Termo de Identidade e
Residência.
Mas, a mulher, uma cidadã portuguesa
de 49 anos, sem antecedentes criminais, não esteve pelos ajustes e, mesmo
perante todas as mais do que evidentes provas, ainda teve o desplante de,
durante a investigação, queixar-se da patroa, de 60 anos, por alegada denúncia
caluniosa, soube Cascais24.
Foi em Agosto último que a lesada
começou a dar por falta em casa de valores em ouro, que estavam a desaparecer
misteriosamente.
Decidiu, então, formalizar queixa
na Esquadra da PSP do Estoril, indicando como suspeita a empregada doméstica.
A investigação transitou para a
Esquadra de Investigação Criminal e os agentes, aos poucos, foram resgatando os
objectos em ouro, conforme a principal suspeita ia procedendo à sua penhora em
estabelecimento da especialidade.
Conseguiram, ao todo, resgatar
praticamente todos os objectos furtados, avaliados em 57 mil euros, que foram
restituídos à lesada.
Ao que Cascais24 apurou, os
agentes chegaram ao ouro furtado graças à cooperação com a Secção de
Fiscalização da Polícia Judiciária (PJ), que tem por missão controlar os
movimentos dos estabelecimentos da especialidade.
PSP adverte
Entretanto, este caso singular
levou a PSP a advertir para a necessidade das pessoas terem os seus valores
discriminados numa lista e devidamente fotografados.
Em caso de furto e, independentemente
de conhecerem ou não os autores do ilícito, devem contatar de imediato as
autoridades. É que o fator tempo pode ser
determinante para aumentar as probabilidades de resgatar os artigos subtraídos.


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