FALECEU o jornalista Emanuel Câmara, colaborador de Cascais24h

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ADEUS CAMARADA, ATÉ UM DIA!


26 maio 2022 | 17h43
O Jornalista Profissional EMANUEL JOÃO DA CÂMARA, colaborador de Cascais24h, faleceu esta quinta-feira no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, depois de ter sido vítima de um alegado ataque cardíaco fulminante nas instalações do Tribunal Judicial de Cascais.

O jornalista, que colaborava regular e gratuitamente com o nosso jornal na área da Justiça, era presença assídua nas salas de audiência do Tribunal de Cascais, a acompanhar alguns julgamentos e onde, com a notícia do seu falecimento, deixou consternados magistrados e funcionários judiciais, que o recordam como "uma pessoa afável e respeitadora".

EMANUEL CÂMARA foi assistido pela tripulação da ambulância do INEM dos Bombeiros de Cascais e transportado, em estado muito critico, com acompanhamento da VMER do Hospital de Cascais, para o Hospital de Santa Maria, onde veio a ser confirmado o óbito depois de várias tentativas de reanimação.

João Loureiro, Comandante dos Bombeiros de Cascais, assegurou a Cascais24h que "tudo fizemos, mas era irreversível". Segundo ainda João Loureiro, o jornalista foi acompanhado na ambulância do INEM por um médico e por um enfermeiro até ao Hospital de Santa Maria".

Antigo jornalista do vespertino A Capital e do semanário O Crime, ambos extintos há alguns anos, EMANUEL CÂMARA Câmara, que vivia em S. João do Estoril, era um um profissional corajoso, determinado e dedicado.

Especialista em assuntos de Justiça e no desemprego há alguns anos, EMANUEL JOÃO DA CÂMARA deixa um enorme vazio na sua área e saudades entre camaradas e amigos.

À família, sobretudo a uma sua irmã, e a todos quantos tiveram o privilégio de conhecer e trabalhar com EMANUEL CÂMARA, Cascais24h e, especialmente o seu diretor, expressa as mais sentidas condolências, na certeza de que a sua memória perdurará para sempre entre nós.










1 comentário:

Anónimo disse...

Boa tarde,
Gostaria de relatar a situação que presenciei em que o auxílio veio tarde apesar da corporação dos bombeiros mais próximos ser a 2 minutos de distância do Tribunal de Cascais.
É lamentável não existir num organismo público ninguem com formação para primeiros socorros e fui eu como testemunha e uma funcionária do tribunal que prestamos os primeiros auxilios ao senhor enquanto o segurança se encontrava ao telefone com o INEM.
É vergonhoso uma pessoa estar quase meia hora para ter uma assistência profissional sendo que estava num organismo público.
Deixou-me revoltada como cidadã ver a demora da assistência ao Sr.Jornalista.

Os meu sinceros sentimentos

Atentamente,
Carla Lima

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