Criança de 10 anos ferida ao espetar no pé anzol com isco quando brincava no areal da praia no Guincho

SEGURANÇA

ANZOL com isco acabou por ser removido do pé do pequeno António Roberto depois de cirurgia


20 abril 2021 | 22h38
O que era previsível ser um passeio saudável com o irmão mais novo e os pais, este domingo, de manhã, no areal da praia do Guincho, perto do restaurante Muchaxo, acabou da pior maneira para o pequeno António Roberto, 10 anos. Quando brincava no areal foi “pescado” por um anzol com isco, deixado negligentemente no areal por alguém e que lhe ficou espetado no dorso do pé esquerdo, obrigando a cirurgia hospitalar.


O acidente registou-se 45 minutos depois da família ter chegado ao areal.

Aflitos, os pais pegaram na criança e conduziram-na na sua viatura diretamente à urgência do Hospital Cuf, em Cascais, onde foi inicialmente assistida.

CRIANÇA de 10 anos foi parar ao hospital por negligência de um qualquer pescador lúdico

A ausência de um cirurgião pediátrico naquele hospital particular, levou a que a criança fosse transferida para a Cuf Descobertas, onde acabou por ser submetido a intervenção cirúrgica para remoção do anzol com o isco.

“Foram momentos de grande aflição os que vivemos, para além do sofrimento que o meu filho viveu”, disse, a Cascais24, a mãe Suelen Freitas, indignada com o que aconteceu.

“Felizmente, tudo acabou em bem”, sublinhou, não sem deixar um alerta muito sério: “Isto é um alerta na esperança de que nenhuma família termine um dia de praia no hospital, por negligência de pessoas sem escrúpulos”. 

INTERVENÇÃO cirúrgica para extração do anzol foi feita na Cuf Descobertas

Dentro de dias, a família da criança deverá formalizar queixa contra desconhecidos na Polícia Marítima de Cascais.

Contatado a propósito, o comandante Paulo Gomes Agostinho, Capitão do Porto e Comandante do Comando Local da Polícia Marítima de Cascais, que lamentou o acidente que teve conhecimento através de Cascais24, apelou a que em caso de acidente “haja um contato imediato com a Polícia Marítima ou os nadadores salvadores em serviço nas praias vigiadas”.



 

2 comentários:

Gradeiro disse...

A imprensa seja local ou nacional adora inflamar a opinião pública. Desde que haja sangue ficam contentes! Nunca na vida esse anzol foi pisado! Ou não deram as leis da física no percurso escolar?
É sem dúvida um anzol de um pescador, que facilmente pode ter partido a linha e trazido pela maré para junto de terra, mas pisado com o peito do pé? Tenham respeito. Querem ser jornalistas façam-no com seriedade e verdade.

Bruno Almeida disse...

Lamentável, pode acontecer por descuido foi uma criança podia ter sido um animal que tivesse comido uma vez que ainda tinha isco.
Depois queixam se que não podem pescar e n determinados sítios. Sou pescador há mais de 30 anos e nunca deixei qualquer resíduo nos pesqueiros trago sempre o meu lixo e muitas vezes dos outros. Há uma marca bem visível que já se pode pescar. O guincho está cheio de lixo outra vez. Há gentalha* para não chamar pescadores que não deviam sequer poder pegar numa cana. A pesca lúdica é mais que apenas beber vinho, fumar deixar o la o pacote ou as garrafas as beatas sacos embalagens do isco, largar o peixe não comestível nos buracos para apodrecer. Nem uma morte digna dão a peixe que luta pela sua sobrevivência. Saúde a todos.

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