25.04.2016
O português António Guerra, 56 anos, assassinado há cerca de uma semana em Cacuaco, vila da província de Luanda, em Angola, era natural de Cascais.
Antigo piloto de ralis, Guerra vivia e trabalhava há quatro anos em Angola.
Na semana passada, a vivenda que habitava no Bairro dos Pescadores, em Cacuaco, foi tomada de assalto por um gang.
O português, que trabalhava para uma empresa ligada a aviários, foi morto com uma machadada e um tiro no peito.
Antes terá sido mutilado, com os assassinos a cortarem-lhe os polegares.
O gang assassino acabou por fugir, roubando telemóveis, tablets e outros valores que o português tinha em casa.
Já quinze dias antes, António Guerra tinha sido alvo de uma tentativa de assalto, mas conseguira repelir a tiro os assaltantes.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) da Polícia Nacional angolana está a investigar, procurando identificar os assassinos.
Cacuaco é uma vila com cerca de 26 mil habitantes, que pertence administrativamente à província de Luanda - a capital angolana com cerca de 6,5 milhões de habitantes.

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