Carreiras quer (agora) construir escolas

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O presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, desafiou esta terça-feira o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, para estabelecer um protocolo que permita à câmara construir ou requalificar todas as escolas do concelho e terminar com equipamentos, em alguns casos provisórios há mais de 40 anos, como é o caso da Escola Secundária de Cascais, mais conhecida como Polivalente de Cascais.
 
Carlos Carreiras falava na sessão de assinatura do protocolo entre a autarquia e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), que decorreu no salão nobre dos paços do Concelho, com vista à requalificação e construção de novas unidades de saúde no concelho, que vão garantir médico de família a todos os munícipes de Cascais até 2020.
“A Câmara de Cascais apresenta ao Ministério da Educação a mesma disponibilidade que apresentou ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Administração Interna de nós fazermos a obra, de construirmos as escolas, e o Ministério colocar os equipamentos, agora que concluímos a Carta Educativa e a Carta Estratégica de Educação para Cascais”, concluiu Carlos Carreiras.
Quanto à assinatura do protocolo firmado esta terça-feira e, segundo a própria Administração Regional de Saúde, o objetivo é "reforçar os cuidados de saúde primários na área geográfica do município de Cascais e adequar as infraestruturas existentes às necessidades da população".
Para além da beneficiação e ampliação de instalações existentes, o acordo prevê a construção de duas novas unidades de saúde em Carcavelos e Cascais.
De acordo com o protocolo entre a presidente da ARS, Rosa Valente de Matos, e o presidente da autarquia, Carlos Carreiras (PSD), as duas entidades procederam "ao diagnóstico, ao cálculo das necessidades e das carências em equipamentos de cuidados primários de saúde".
Até à construção do novo polo de saúde de Carcavelos, estão previstas instalações provisórias para a Equipa de Tratamento (ET) da Parede, e a ampliação da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Carcavelos, com até dois contentores.
Uma nova USF no centro de saúde de S. Domingos de Rana, no último piso da unidade existente, também é contemplada no acordo.
O futuro polo de saúde de Carcavelos, com uma área bruta de construção até 1.800 metros quadrados, incluirá a USF, a ET da Parede, do eixo Oeiras/Cascais do Centro de Respostas Integradas (CRI) de Lisboa Ocidental e serviço de Pedopsiquiatria.
No protocolo está ainda prevista a construção da nova unidade de saúde de Cascais, que poderá ser de raiz ou mediante adaptação de edifícios existentes.
O investimento no âmbito do protocolo está orçado "em cerca de seis milhões de euros", principalmente para os dois novos centros de saúde.
A Administração Regional de Saúde assume o compromisso de "elaborar os programas funcionais" para as unidades de saúde, instalar equipamentos e mobiliário e "proceder à alocação de recursos humanos", para "garantir a cobertura tendencialmente completa dos utentes do município de Cascais com médico de família até ao final de 2020", estipula o acordo.
Já o município compromete-se a "diligenciar pela localização dos terrenos para construção de infraestruturas e equipamentos de saúde", na elaboração dos projetos, lançamento de concursos e construção ou reabilitação das instalações.

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