Polícia Marítima vai multar brasileiro que violou interdição e caiu no Mexilhoeiro

Segurança



                         23 outubro 2019

O turista brasileiro, de 51 anos, que sofreu uma queda, com suspeita de fractura da anca, esta terça-feira, à tarde, no Mexilhoeiro, na Boca do Inferno, sendo posteriormente evacuado por equipas de resgate, vai ser alvo de um processo contraordenacional, por desrespeito à sinalização, que proibia o acesso à arriba, cuja coima vai de 250 a dois mil euros, apurou Cascais24.


“O cidadão em causa está identificado e será alvo de procedimento contraordenacional, por desrespeito à sinalização vigente”, confirmou, esta quarta-feira, a Cascais24, o Capitão-tenente Rui Pereira da Terra, capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Cascais.


Capitão-tenente Rui Pereira da Terra
“A arriba, à semelhança de outras ao longo da orla costeira, encontra-se interdita à circulação pedonal, e está devidamente sinalizada pelo perigo que representa”, acrescentou o comandante Rui Pereira da Terra, o qual relembrou que “as arribas são, por norma, instáveis e apresentam risco para as pessoas, pelo que se alerta para o cuidado a ter junto das mesmas, tendo sempre em atenção a sua identificação e sinalização de perigo”.


“O que aconteceu no Mexilhoeiro foi um comportamento negligente”, concluiu o representante da Autoridade Marítima, em Cascais.


Recorda-se que, em áreas turísticas, sobretudo, a sinalização de risco e de acesso interdito é bem visível, através da existência de placas em língua portuguesa e inglesa.

A instalação de sinalização de perigo e de interdição é feita regularmente pela Autoridade Marítima Nacional, em Cascais, em cooperação com responsáveis pelo município.

Conforme Cascais24 noticiou, em Exclusivo, esta terça-feira, pouco antes da uma hora da tarde e ignorando a sinalização de área perigosa e de acesso proibido, o turista brasileiro, de férias em Cascais, ter-se-á aventurado pela zona íngreme, acabando por escorregar e sofrer uma queda.

Devido às dificuldades de acesso e de evacuação do ferido em plano duro, por terra e depois de estabilizado, foi evacuado, em segurança, a partir do mar, pela embarcação da Estação Salva Vidas de Cascais e transportado até à Marina de Cascais, tendo sido posteriormente conduzido ao Hospital de Cascais.

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1 comentário:

Da Serra disse...

Finalmente parece que alguém em Portugal põe os pontos nos is.
Quem prevarica tem de sofrer as sanções respectivas.
Mais, deve pagar toda a despesa a que a sua estupidez deu origem!!!
Obrigado Senhor Comandante Rui Terra.

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