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Cascais faz reconstituição do 25 de Abril

Atual

Por Redação
24 abril 2019

Os 45 anos da revolução de abril de 1974 são comemorados esta quinta-feira na Baía de Cascais com a reconstituição de um dos momentos mais importantes da história, que passam pela interpretação das músicas que marcaram a Revolução dos Cravos e a exposição ao público de uma chaimite igual àquela em que o capitão Salgueiro Maia transportou o então deposto presidente do Conselho de Ministros, Marcelo Caetano, desde o quartel da GNR, no Carmo, até ao aeroporto de Figo Maduro.

Joaquim Furtado, à época locutor de serviço no Rádio Clube Português, na Sampaio e Pina, e que leu o primeiro comunicado do Movimento das Forças Armadas ao País, depois das instalações serem ocupadas sob o nome de código "México", estará presente nas comemorações.


O programa terá início pelas 11h00, com a reconstituição de um dos momentos mais marcantes da Revolução de Abril, aquele em que Salgueiro Maia enfrentou o regimento da Cavalaria 7, comandado pelo brigadeiro Junqueira dos Reis, na rua do Arsenal, e em que o cabo José Alves Costa contraria a ordem de disparo contra o capitão Salgueiro Maia.

 A reconstituição histórica estará a cargo dos atores Paulo Duarte Ribeiro, Tobias Monteiro e André Nunes e de vários voluntários como figurantes que representarão os militares da Cavalaria 7.

As músicas que marcaram a Revolução de Abril serão interpretadas pelas seis Bandas Filarmónicas do Concelho de Cascais.

O cantor Pedro Vaz interpretará o tema “E depois do adeus”, de Paulo de Carvalho.

A reconstituição histórica terminará ao som do Hino Nacional, mas as comemorações prosseguirão com o filme “Capitães de Abril”, às 17h00, no Centro Cultural de Cascais e com a estreia da peça de teatro “26 de abril – O dia seguinte” no Teatro Gil Vicente.

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2 comentários:

Anónimo disse...

Nao há regime democratico en Cascais? Festejar o quê?

Anónimo disse...

Digam-me lá o que é que os "matrecos" da câmara de Cascais sabem como se desenrolou o 25 de Abril ??? A maior parte deles ainda não tinha nascido ... e os já nascidos nem sequer foram à tropa !!!
Tudo isto é uma fantochada ordinária a brincar com coisas sérias!
Tentar tirar partido da comemoração de Abril para dar um ar de "popular" próximo do povo, é uma manifestação de estupidez e de suprema hipocrisia, apenas compreendida pelo vazio absoluto do que lhes vai dentro do toutiço.
São uns autênticos bodes mochos !!!

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