Candidatos a Cascais prometem “trabalhar”, fazer a “diferença” e “avançar”

AUTÁRQUICAS



A um mês e meio sensivelmente de escolher a força política que irá ser responsável pelos destinos do concelho de Cascais nos próximos quatro anos, são oficialmente conhecidos os candidatos, seis ao todo, na corrida à presidência do município, tendo as respetivas listas dado entrada no tribunal de Cascais, sem que exista notícia de qualquer falha ou incidente nos processos de candidatura formalizados.


Gabriela Canavilhas, pelo Partido Socialista (PS), ex-ministra da Cultura e respeitada figura política da confiança de António Costa, promete “Trabalhar Por Cascais”. É acompanhada por destacadas personalidades independentes do “Movimento SerCascais”, nomeadamente Isabel Magalhães e João Aníbal Henriques, entre outros.


Clemente Alves, recandidato pela CDU, aposta em dar continuidade e consistência aos valores que vem defendendo desde há quatro anos, como vereador eleito. Concorre sob o lema “Mudar Cascais, CDU Faz a Diferença!”.




João Sande e Castro, ex-vereador, com provas dadas, na gestão de António Capucho, que agora surge como representante da coligação PDR/JPP, o “Partido de Desenvolvimento Rural” e o “Partido Juntos pelo Povo”, pretende introduzir na gestão autárquica de Cascais o estudo e a implementação de soluções para questões essenciais que dela têm estado profundamente esquecidas e arredadas. “Também És Cascais” é o slogan de campanha.

Com a promessa de que “Cascais Avança”, Carlos Carreiras, o atual presidente do executivo, recandidata-se para dar continuidade ao seu mandato, em representação da coligação PSD/CDS, Viva Cascais.




Em representação do Bloco de Esquerda, surge Cecília Honório, que está também na corrida pela presidência do município pela segunda vez. Irá tentar afirmar os valores do seu partido em candidatura singular, por expressa vontade, sem quaisquer ligações a outras forças políticas como, aliás, tinha sido afirmado em reuniões havidas com outros partidos.




Francisco Guerreiro, representando o PAN-Pessoas-Animais-Natureza, numa tentativa de introduzir na gestão autárquica de Cascais, uma vertente bem marcante dos interesses das Pessoas, dos Animais e da Natureza, é a grande novidade, pois é a primeira vez que concorre em Cascais.



Entretanto, Cascais24 apurou que a Comissão Nacional de Eleições registou um número elevado de reclamações, sobretudo devido a questões processuais, o que, segundo alguns analistas, pode ser interpretado como a consequência da “enorme afluência de candidaturas independentes a estas eleições e, também, pelo crescente desejo que as pessoas vêm manifestando em participar e de ter uma palavra a dizer nas decisões que condicionam a sua qualidade e vida e o seu futuro”. 

“Trata-se, em boa verdade, de uma revitalizada e saudável tomada de consciência das pessoas no conceito de cidadania e de participação cívica, que tão adormecido estava”., precisou um analista, segundo o qual torna-se, também, “imperioso baixar, dramaticamente, o valor da abstenção, que nas últimas eleições chegou aos 62% ". 

“Este resultado permitiu a uma força política conquistar a maioria absoluta, no executivo e na assembleia municipal, apenas com 16% dos votos possíveis no concelho de Cascais, o que não é saudável e muito menos desejável, pois legitimará um resultado que estará não só viciado como bem longe de representar a vontade da maioria da população”, concluiu, não sem deixar de apelar a uma “afluência às urnas, a 1 de outubro, “para contrariar a abstenção”.






1 comentário:

ECF disse...

Não há referência ao MIC, qual a razão?

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