Segurança
Por Redação19 dezembro 2019
Uma investigação da Polícia Judiciária (PJ) iniciada em fevereiro do ano
passado culminou agora, em Cascais, com a detenção de um homem e de duas
mulheres, presumíveis autores de vários crimes de burla informática, acesso
ilegítimo e branqueamento de capitais.
Os suspeitos foram detidos pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T), no âmbito de mandados de detenção emitidos pela 3ª.Secção do DIAP de Cascais.
A investigação aos três suspeitos, um homem, 38 anos, e duas mulheres, 41 e 57 anos, iniciou-se em fevereiro de 2018, tendo na sua base uma participação que dava conta da utilização abusiva de dados de cartões bancários com posterior utilização fraudulenta para aquisição de bens e serviços.
Foram utilizados e identificados vários dados de cartões bancários de instituições bancárias estrangeiras, bem como o uso de identidades falsas, as quais eram utilizadas para efetuar o registo em plataformas de “jogo online”.
“Na sequência da investigação criminal, foi possível determinar os locais da prática dos factos, identificar os titulares das contas bancárias utilizadas para receber os valores ilicitamente obtidos e proceder à detenção de todos os intervenientes do grupo criminoso”, revela a PJ que calcula em dezenas de milhares de euros o montante das burlas.
Não são, ainda, conhecidas as medidas de coação.
Os suspeitos foram detidos pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T), no âmbito de mandados de detenção emitidos pela 3ª.Secção do DIAP de Cascais.
A investigação aos três suspeitos, um homem, 38 anos, e duas mulheres, 41 e 57 anos, iniciou-se em fevereiro de 2018, tendo na sua base uma participação que dava conta da utilização abusiva de dados de cartões bancários com posterior utilização fraudulenta para aquisição de bens e serviços.
Foram utilizados e identificados vários dados de cartões bancários de instituições bancárias estrangeiras, bem como o uso de identidades falsas, as quais eram utilizadas para efetuar o registo em plataformas de “jogo online”.
“Na sequência da investigação criminal, foi possível determinar os locais da prática dos factos, identificar os titulares das contas bancárias utilizadas para receber os valores ilicitamente obtidos e proceder à detenção de todos os intervenientes do grupo criminoso”, revela a PJ que calcula em dezenas de milhares de euros o montante das burlas.
Não são, ainda, conhecidas as medidas de coação.

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