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GNR estraga “negócio” na cadeia do Linhó

Segurança

Por Redação
10 abril 2019

A GNR de Alcabideche pode ter travado um negócio de drogas e de telemóveis entre reclusos do Estabelecimento Prisional do Linhó ao fazer uma busca à casa de uma mulher, que estaria encarregue de fazer introduzir haxixe e equipamentos de comunicação naquela cadeia de alta segurança.
A mulher, de 46 anos, foi intercetada esta segunda-feira pelo Corpo da Guarda Prisional a tentar introduzir naquela cadeia 197 doses de haxixe, dissimuladas no vestuário, bem como três celulares.
Acabou por ser entregue, sob detenção, à GNR de Alcabideche.
Posteriormente e, na sequência de uma busca realizada pelos militares da GNR à residência da suspeita, no concelho de Sintra, foi apreendido diverso material, designadamente telemóveis e outros equipamentos (caixas, auscultadores e carregadores).
Segundo a GNR, trata-se de equipamentos que “a suspeita intencionava introduzir no interior” do estabelecimento prisional.
As autoridades presumem que a mulher introduzisse droga e telemóveis, que entregaria a um recluso que visitava, o qual faria depois o seu “negócio” interno entre companheiros de reclusão.
A mulher foi submetida esta terça-feira a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Cascais, tendo-lhe sido aplicadas as medidas de coação de apresentações semanais no posto policial da área de residência e de proibição de entrada em qualquer estabelecimento prisional do País.
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