FERROVIA. Juventude Popular de Cascais acusa governo de “desnorte” e pede que pense nas pessoas

Atual

Por Redação
28 novembro 2019

A Juventude Popular de Cascais acusa o governo socialista de “desnorte” na requalificação da linha ferroviária de Cascais que, segundo foi anunciado esta quarta-feira, irá sofrer um atraso de, pelo menos, dois anos, e pede ao titular da pasta dos transportes e infraestruturas que “deixe de colocar a ideologia em primeiro lugar” e concentre-se “no essencial, que são as pessoas”.

Esta estrutura centrista relembra que “os comboios da linha de Cascais são o principal meio de transporte do concelho para todos os Cascalenses que todos os dias se deslocam para o trabalho ou para as escolas e universidades, seja no concelho de Oeiras ou de Lisboa, e que chegam recorrentemente atrasados pelas falhas desta linha”.

“No dia 27 de Outubro de 2016 a Juventude Popular de Cascais lançou o comunicado “O Governo esqueceu-se da Linha de Cascais” que repudiava as declarações do, à data, Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, por este ter dito, no início do ano referido, que queria colocar a requalificação da linha de Cascais no Fundo Europeu para o Planeamento Estratégico e que este projeto estaria concluído em 2021, alegando, posteriormente, serem necessários fundos públicos que o Estado não possuía, renegando a requalificação deste troço para um futuro incerto”, recorda a Juventude Popular de Cascais do CDS/PP.

“A modernização da linha ferroviária de Cascais era um dos projetos prioritários incluído no Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas 2014-2020 aprovado em 2014 pelo anterior Governo PSD/CDS, uma vez que todo o material relacionado com a linha já há muito que se encontrava ultrapassado e podia pôr em causa a segurança dos cerca de 25 milhões de passageiros/ano”, lembra, ainda, a Juventude Popular de Cascais, segundo a qual “pior do que este esquecimento completo e inadmissível da linha de Cascais, e o que demonstra o completo desnorte deste Governo Socialista, é o facto de este não ser o único caso. A realidade é que estão atrasadas outras 18 intervenções prioritárias do plano de ferrovia 2020, que foi apresentado em 2016”.
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