Saúde
Por Redação20 novembro 2019
As atividades da cozinha do refeitório e da
cafetaria do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão – dois espaços
explorados por duas empresas subcontratadas, uma das quais a Itau - foram
suspensas esta segunda-feira, na sequência de uma operação de fiscalização da
ASAE que, segundo Cascais24 apurou, detetou situações de incumprimento de
requisitos gerais e específicos de higiene que, em alguns casos, poderão
configurar grave atentado à saúde pública.
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em nota divulgada, confirmou “a vistoria efetuada, na qual foram detetadas irregularidades” e assegurou que a “administração do CMRA encetou diligências para apurar responsabilidades” junto das empresas concessionárias dos espaços.
Para além da presença de baratas, os inspetores da ASAE terão detetado, sobretudo na cozinha, a funcionar na cave do CMRA, “situações de incumprimento de requisitos gerais e específicos de falta de higiene, que podem ser consideradas atentatórias da saúde pública”.
Fonte da ASAE disse, a Cascais24, que “assim que as situações anómalas detetadas sejam corrigidas, os espaços serão, de novo, alvo de fiscalização e, caso esteja tudo em conformidade, a suspensão é levantada e podem reabrir”.
A mesma fonte escusou-se, no entanto, a precisar quais, em concreto, “as situações que precisam de ser corrigidas”.
No entanto, ainda segundo Cascais24 soube, desta feita junto de fonte da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, prevê-se que, pelo menos o bar/cafetaria possa reabrir esta quinta-feira.
Entretanto, as refeições aos funcionários e utentes do Alcoitão estão a ser asseguradas “externamente” e, segundo a Santa Casa “dentro de todas as normas de controlo de qualidade”.
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em nota divulgada, confirmou “a vistoria efetuada, na qual foram detetadas irregularidades” e assegurou que a “administração do CMRA encetou diligências para apurar responsabilidades” junto das empresas concessionárias dos espaços.
Para além da presença de baratas, os inspetores da ASAE terão detetado, sobretudo na cozinha, a funcionar na cave do CMRA, “situações de incumprimento de requisitos gerais e específicos de falta de higiene, que podem ser consideradas atentatórias da saúde pública”.
Fonte da ASAE disse, a Cascais24, que “assim que as situações anómalas detetadas sejam corrigidas, os espaços serão, de novo, alvo de fiscalização e, caso esteja tudo em conformidade, a suspensão é levantada e podem reabrir”.
A mesma fonte escusou-se, no entanto, a precisar quais, em concreto, “as situações que precisam de ser corrigidas”.
No entanto, ainda segundo Cascais24 soube, desta feita junto de fonte da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, prevê-se que, pelo menos o bar/cafetaria possa reabrir esta quinta-feira.
Entretanto, as refeições aos funcionários e utentes do Alcoitão estão a ser asseguradas “externamente” e, segundo a Santa Casa “dentro de todas as normas de controlo de qualidade”.
A propósito de esta
intervenção da ASAE, que terá surgido na sequência de uma denúncia, uma outra
fonte fez notar a Cascais24 que “este é mais um problema da contratação pública”
em Portugal, em que, em regra, “ganha quem oferece preços mais baixos, em
detrimento da qualidade”.
Porém, no caso do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão e, em particular das instalações onde funciona a cozinha, fala-se em “ausência de obras necessárias e de renovação de equipamentos e de outras matérias”.
A comprová-lo estão as declarações à TVI, feitas anonimamente por um alegado funcionário com mais de 40 anos de serviço no Alcoitão, que fala “em obras que não têm sido feitas, inclusivamente na cozinha”, onde predominarão “coisas que não são usadas há 20/30 anos”.
Porém, no caso do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão e, em particular das instalações onde funciona a cozinha, fala-se em “ausência de obras necessárias e de renovação de equipamentos e de outras matérias”.
A comprová-lo estão as declarações à TVI, feitas anonimamente por um alegado funcionário com mais de 40 anos de serviço no Alcoitão, que fala “em obras que não têm sido feitas, inclusivamente na cozinha”, onde predominarão “coisas que não são usadas há 20/30 anos”.



1 comentário:
A Assaí deveria também fszer inspeção a cozinha do Hospital de cascais, isso é que era bem feito. Já trabalhei para essa Impresa a ITAU, e so lá trabalhei um dia por não querer compactuar com a forma como me mandaram fazer as limpezas.
Imaginem só que me mandaram limpar o chão em roda dos fogões com um esfregão de arame, isto antes de servir os almoços e a seguir aos almoços fui lavar a loiça grossa ou seja tudo o que era tachos e panelas enormes ,obviamente precisava de um esfregão para lavar tudo aquilo como não tinham mais nenhum,mandaram me esfregar aquilo tudo com o mesmo esfregão de arame que tinha andado a lavar o chão. Fiquei de boca aberta a olhar para o chefe.
Agora imaginem o resto como funciona ����...
Já pra não falar que as empregadas trabalham sem qualquer tipo de calçado adquado, eu por exemplo andei a trabalhar quase nove horas com os meus sapatos, e sempre com os pés dentro de água pk os ralos k estavam na cozinha da loiça grossa não tinham escoamento suficiente pra dar vazão a tanta água.
Enfim um nojo completo.
Este meu episódio ja foi á uns bons anos, acho ate k foi logo no início dessa empresa a (ITAU) ter começado a prestar serviços ao Hospital de Cascais.
É triste mas foi real. Escusado será dizer que eu só lá trabalhei esse dia e nunca me pagaram esse dia.
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