Corpo encontrado a boiar na praia da Fonte da Telha é de homem desaparecido em São João do Estoril

Segurança



16 abril 2020

O cadáver de um homem, encontrado a boiar esta quarta-feira, à tarde, na praia da Fonte da Telha, Costa da Caparica, é de Paulo Marcelino, 50 anos, empregado de mesa no restaurante “Grande Onda”, no paredão de Carcavelos e dado como desaparecido desde sexta-feira, à noite, em São João do Estoril, confirmou, esta quinta-feira, a Cascais24, uma irmã que identificou o corpo na morgue do Hospital Garcia de Orta, em Almada.

Cascais24 alertara esta quarta-feira, ao final da tarde, a família de Paulo Marcelino para o aparecimento de um corpo, a boiar, na Fonte da Telha, que poderia ser do familiar desaparecido.

Esta manhã, a família que contatou entretanto com a Polícia Marítima da Costa da Caparica identificou o corpo na casa mortuária do hospital.

Só a autópsia poderá revelar a causa da morte.

Paulo, que vivia com uma irmã e o cunhado em São João do Estoril, saiu de casa dia 10, sexta-feira, para ir entrar de serviço pelas 22h00 até às 6h00 da manhã no restaurante que, embora fechado, mantem dois funcionários por turnos, sobretudo à noite, para evitar intrusões.

A última vez que Paulo Marcelino foi visto foi pelas 21h30, na estação de São João do Estoril, a aguardar o comboio que o deveria deixar em Carcavelos, onde era esperado por um colega, Sandro Bruno para ambos entrarem no turno no restaurante “Grande Onda”.

“O que sabemos é que o colega Bruno diz que lhe ligou algumas vezes e que ele, inicialmente disse que estava na estação de São João, que o comboio estava atrasado, o que confirmámos não ser verdade, pois chegou a horas e, depois, que ele teria afirmado que estava no túnel de Carcavelos, a caminho”, contou, a Cascais24, a irmã.

A partir de certa altura, o colega deixou de ter contato com Paulo Marcelino, pois o telemóvel estaria desligado.

Paulo Marcelino nunca chegou ao restaurante “Grande Onda”.

“É um funcionário excelente, sempre pontual, que nunca falhou ao serviço”, disse, por sua vez, a Cascais24, Hugo Pereira, responsável pelo conhecido restaurante, que “acha tudo muito estranho”.

O alerta para o desaparecimento foi dado no dia 11, de manhã, pela irmã, que estranhou não ver Paulo Marcelino em casa, no regresso do trabalho e fez a respetiva participação na 51ª Esquadra da PSP (Estoril).

A PSP passara, entretanto, a investigação para a Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo.

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4 comentários:

Valter matos disse...

Que apanhem esse merdas tirar vida a uma pessoa,opa que robasem aolgo mas roubar a vida fdp. Se as forcas policias nao meterem mao a isto vai ficar pior com os imigrantes que a em portugal sem trabalho vai ser pior...

Valter matos disse...

Se nao, nao deixarem as forcas policias atuarem como deve ser vai ser pior cada ves mais muitos emigrantes sem trabalho sem comifa sem nada vai virar bagunça...

Unknown disse...

Mas como sabe que é imigrante já agora??? Você tem uma lata a contar esta merda vocês só tras mais racismo a este nosso país seu atrasado

Mónica R disse...

Mais um anjo no céu. . Um grande homem muito querido aqui na zona de São João do Estoril, sorria e brincava com as minhas filhas. Que a luz te ilumine e vivas nela eternamente meu querido!

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