Capitão-de-Fragata Paulo Agostinho é o novo comandante do Porto de Cascais

SEGURANÇA

Por REDAÇÃO
27 agosto 2020

O Capitão-de-Fragata Paulo Sérgio Gomes Agostinho é o novo Capitão do Porto de Cascais, sucedendo ao também Capitão-de-Fragata Rui Teixeira, que foi destacado para Cascais em regime de suplência em plena pandemia de Covid19 e durante cinco difíceis meses soube honrar a instituição que serve, vencendo diversas adversidades.

A cerimónia de tomada de posse do novo Capitão do Porto de Cascais tem lugar esta sexta-feira na sede da Capitania, em Cascais, e é presidida pelo diretor-geral da Autoridade Marítima e Comandante Geral da Polícia Marítima, Vice-almirante Luís Sousa Pereira.

O comandante Paulo Gomes Agostinho era, desde setembro de 2015, Capitão do Porto e Comandante do Comando Local da Polícia Marítima da Nazaré.

Foi nomeado para uma comissão de três anos à frente dos destinos da Capitania de Cascais, cuja área de jurisdição vai desde a Torre de São Julião da Barra até à ponta da Foz do rio Sisandro.

Já o comandante Rui Teixeira, que agora irá gozar um período de merecidas férias, regressa como Adjunto à Capitania do Porto de Lisboa. 
Comandante Rui Teixeira parte ao fim de cinco difíceis meses em Cascais
Desde 27 de março último que a Autoridade Marítima, em Cascais, estava representada pelo Capitão-de-fragata Rui Manuel Rodrigues Teixeira, depois do Capitão-tenente Rui Pereira da Terra, por motivos pessoais, ter pedido a exoneração do cargo.

Rui Teixeira, que veio para Cascais em plena pandemia de Covid19, não teve mãos a medir, 24 horas por dia. Foi por ele que passaram todas as decisões operacionais de colocar em ação os meios de busca e de resgate de pessoas e de embarcações na área de jurisdição da Capitania, para além de encontrar soluções, algumas polémicas, que obrigavam a limitações e condicionalismos provocados pela Covid19.

Um exemplo a seguir

Tive o privilégio de ser dos poucos jornalistas que acompanhou de muito perto o trabalho desenvolvido pelo comandante Rui Teixeira nestes últimos cinco meses como representante da Autoridade Marítima Nacional em Cascais.

Homem de personalidade vincada e uma excelente preparação humanística, o que, de resto, é o espelho de uma carreira brilhante e exemplar, soube prestigiar e engrandecer a instituição, que serve, o que, de resto, lhe fez granjear a admiração das instituições locais e da comunidade, que agora o vê partir.

Com uma extraordinária capacidade de comando, de organização, aliado a um espírito determinado, foi capaz de vencer escolhos e adversidades em período tão difícil como o Covid19.

O Capitão-de-Fragata Rui Teixeira foi, também, um profissional que, pelas suas qualidades de invulgar carácter, bom senso e transparência de procedimentos, soube, como poucos, compreender a não menos difícil tarefa que é ser jornalista. Esteve sempre disponível, mesmo fora de horas, 24 horas por dia! 


Durante a sua permanência em Cascais nunca encarou a Imprensa, sobretudo o Cascais24, como «um bicho de sete cabeças» e, sem prejuízo dos seus valores éticos, soube, com inteligência, manter um relacionamento saudável com a Comunicação Social em geral, o qual, por si só, única e exclusivamente, prestigiou a Autoridade Marítima Nacional como instituição e, logo, todos os seus servidores.

Por isso, o comandante Rui Teixeira não pode deixar de ser considerado e apontado como um exemplo a seguir. Pena que responsáveis por outras instituições não saibam seguir o exemplo!

Bem haja Comandante e até um dia!

VALDEMAR PINHEIRO
(Jornalista CPJ nº. 376A)




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