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FOGO na SERRA. Povoações de Cascais vivem noite de pesadelo

Segurança

Por Redação
07/10/2018
Última atualização: 10h53
Algumas povoações de Cascais viveram uma madrugada de pesadelo, depois do incêndio que deflagrou, este sábado, à noite, na Peninha, na Serra de Sintra, ter-se propagado assustadoramente, devido às fortes rajadas de vento. 

Almoinhas, Biscaia, Malveira da Serra e Charneca foram povoações que recearam o cerco das chamas e onde, em alguns casos, houve necessidade, por precaução, de evacuar habitantes.

Durante a madrugada, as chamas desceram a encosta, transpuseram a Estrada Nacional 247, que continua cortada ao trânsito a Malveira da Serra e o Cabo da Roca e entraram no concelho de Cascais.

Quarenta e sete pessoas foram evacuadas, e 300 outras, por precaução, forçadas a abandonar o Parque de Campismo da Areia.

Cerca de 18 pessoas, entre bombeiros e civis, também tiveram necessidade de ser assistidos, sobretudo devido à inalação de fumos.

Um veículo ligeiro, uma habitação e três anexos terão ardido.

Pelas 4h30, nos Paços do Concelho, em Cascais, Carlos Carreiras, acompanhado pelo comandante Distrital de Operações de Socorro de Lisboa, André Fernandes, fez um primeiro ponto da situação, durante o qual assegurou que Cascais "continuará a apoiar as populações e, em especial, as que forem deslocadas".

Pelas 6h00, o vento abrandou significativamente de intensidade, facilitando o combate terrestre, a cargo de 728 operacionais, entre Bombeiros, Força Especial de Bombeiros e GIPS da GNR,apoiados por 218 veículos.

Em ação entraram, igualmente, seis meios aéreos.

Já num segundo ponto da situação, este domingo de manhã, foi anunciado que o fogo está controlado, mas não extinto, lavrando em duas frentes, uma na Charneca, que é a mais preocupante, e outra na área da Malveira da Serra.

Entretanto, continua a desconhecer-se a origem do fogo, que começou num casebre perto do Convento da Peninha, embora tudo aponte para fogo posto. No terreno, a investigar, está igualmente uma brigada da Secção de Incêndios da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo.


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