Segurança
![]() |
| Hugo Santos revelou a Cascais24 que houve 34 intervenções nas últimas 48 horas |
Por Redação
20 dezembro 2019
O mau tempo, no concelho de Cascais, devido à depressão Elsa, obrigou nas últimas 48 horas os cinco Corpos de Bombeiros a acudir a 34 situações, apurou Cascais24 junto do 2º. Comandante Operacional Distrital da Proteção Civil de Lisboa.
Segundo Hugo Santos, "as 34 intervenções foram registadas desde que lançado o Alerta Laranja, entre as 19h00 de quarta-feira e as 15h00 de esta sexta-feira".
De acordo com o mesmo responsável, a precipitação forte e quase contínua e, sobretudo as rajas de vento de Sudoeste, algumas a atingir 95 km/h provocaram a queda de troncos e árvores, bem como algumas inundações e, ainda, a queda de estruturas móveis.
Nas operações de socorro estiveram envolvidos os cinco Corpos de Bombeiros do concelho de Cascais, nomeadamente as corporações de Alcabideche, Cascais, Carcavelos e São Domingos de Rana, Estoril e Parede.
O mau tempo, em Cascais, no entanto, não causou acidentes pessoais, nem estragos materiais de maior.
Cascais24 procurou, nas últimas horas, obter informação junto de responsáveis pela Proteção Civil Municipal de Cascais para um "ponto da situação" no concelho, mas sem sucesso. Alguns responsáveis não só não atenderam os telemóveis, como o próprio serviço não respondeu a um email.
AUTOPROTEJA-SE
![]() |
| Hugo Santos 2º Comandante Operacional de Lisboa |
Hugo Santos, 2º. Comandante Operacional Distrital de Lisboa da Proteção Civil, aproveitou para recordar e deixar alertas preventivos à população emanados pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil:
-Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
-Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a formação de lençóis de água nas vias.
-Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
-Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
-Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores;
-Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
-Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
-Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança;
-Nos terrenos confinantes com rios e cursos de água, historicamente sujeitos a cheias e inundações, retirar os animais e os equipamentos agrícolas.



Sem comentários:
Publicar um comentário