Canavilhas (PS) e Clemente (CDU) acusam Carreiras (PSD/CDS) de "desenvolvimento de fachada" com ligações a uma "intrincada rede de interesses económicos"

Autárquicas

Os três candidatos estiveram esta noite na TVI24

 

Em atualização
Carlos Carreiras, ainda no poder em Cascais, esteve debaixo de fogo esta segunda-feira, à noite, no debate na TVI24, conduzido por Judite de Sousa, com a candidata pelo PS Gabriela Canavilhas a acusar a atual coligação do "Viva Cascais" de ter patrocinado nos últimos quatro anos um "desenvolvimento de fachada", enquanto Clemente Alves, candidato pela CDU, afirmou "existir uma intrincada rede de interesses económicos", aliada a uma "tremenda máquina de propaganda" com "dinheiro para comprar cumplicidades" em Cascais.

No debate que durou cerca de uma hora, Canavilhas afirmou mesmo que "há ostentação e exibicionismo em relação ao que se faz em Cascais", referindo-se, entre outras matérias, ao célebre MobiCascais, que considerou "não passar de uma grande propaganda" em que foram gastos pelo município mais de 6 milhões de euros.

A propósito, Carlos Carreira reconheceu que, em Cascais, "a mobilidade não está resolvida" e, sem precisar, revelou que "estamos a implementar um sistema". O atual autarca e candidato às eleições de outubro classificou, ainda, "absoleta a atual linha ferroviária" que serve Cascais.

Já Clemente Alves, atual vereador e candidato pela CDU, um dos homens que maior oposição tem feito ao atual executivo maioritário, afirmou que Cascais tem o pior sistema de mobilidade.

Apesar de estar em desvantagem perante os dois adversários, Carlos Carreiras procurou sem sucesso aparente contornar as várias questões trazidas ao debate, afirmando, invariavelmente "não é verdade" ou "os outros partidos gostam de dizer mal de Cascais".

Na parte final do debate e referindo-se à coligação no poder e, sobretudo a Carlos Carreiras, Gabriela Canavilhas foi peremptória ao afirmar: "Se vencer em Cascais serão 4 anos de grandes negócios".






2 comentários:

Anónimo disse...

Ficou claramente demonstrado que esta liderança paroquial do sr. Carlos Carreiras constitui uma tenue linha entre a verdade e mentira quando foi eleito para servir os cascaenses.

João Casanova Ferreira disse...

Para quem assistiu e tinha dúvidas deve ter ficado esclarecido. A mentira tem perna curta e os munícipes não lhe vão perdoar a degradação ética, moral, cívica, urbanística, falaciosa a que o Carlos de Jesus deixou chegar a autarquia em todos os domínios da vida publica. Foi um espectáculo degradante só competindo, conforme lhe chamou a atenção Clemente Alves, com a aberração de confundir oposição com bloqueio e debate eleitoral com sessão de Câmara.

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