Saúde
Por Redação20 novembro 2019
“A notícia do encerramento do refeitório e do bar do
CMRA após a realização de uma vistoria da Autoridade de Segurança Alimentar e
Económica (ASAE) não é mais do que o resultado da gestão ruinosa feita pela administração
da SCML”, denuncia esta quarta-feira, à noite, em nota enviada aos mídia, o
Sector de Empresas de Cascais do PCP, que acusa ainda a Santa Casa de
desenvolver uma política “economicista”, além de que “a prestação de cuidados
médicos de excelência há muito que deixou de ser uma prioridade”.
Segundo esta estrutura do PCP, em causa está “uma gestão cada vez mais ligada aos interesses financeiros, como ficou demonstrado com a entrada no capital da Associação Mutualista Montepio Geral, e afastada do seu âmbito social”.
Segundo esta estrutura do PCP, em causa está “uma gestão cada vez mais ligada aos interesses financeiros, como ficou demonstrado com a entrada no capital da Associação Mutualista Montepio Geral, e afastada do seu âmbito social”.
“No CMRA a prestação de cuidados médicos de excelência
há muito que deixou de ser uma prioridade para a administração da SCML”,
denuncia o PCP, acrescentando que “para os profissionais de saúde e restantes
trabalhadores daquele espaço o encerramento do refeitório não foi uma novidade,
como também não são novidade as avarias constantes nos elevadores que atrasam a
chegada dos utentes aos tratamentos, as casas de banho permanentemente
encerradas, os balneários danificados e gelados, a falta de pessoal e material,
bem como as discriminações sobre os trabalhadores que os levou à luta e à
marcação de algumas greves, ao longo dos últimos anos”.
Ainda de acordo com a nota, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) apresentou no relatório de gestão e contas de 2018 resultados líquidos positivos de 33,3 milhões de euros, a que se somam os 42,4 milhões de 2017 e os 21,1 milhões de 2016”, um resultado líquido de quase 100 milhões de euros durante os últimos três anos que, como o próprio comunicado de SCML faz questão de salientar, reflecte “uma gestão sólida e prudente, que se traduz em contas robustas e sustentadas”.
Na nota enviada, o Sector de Empresas de Cascais do PCP chama, ainda, a atenção, para um texto publicado na página oficial da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no qual é afirmado que “o Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA) é reconhecido, nacional e internacionalmente, pelos cuidados especializados que disponibiliza no âmbito da Medicina Física de Reabilitação, em regime de ambulatório e internamento”, ao qual devemos acrescentar: graças aos seus profissionais de saúde”.
O Sector de Empresas de Cascais do PCP “repudia a política encetada no CMRA pela Mesa da SCML que administra este equipamento de saúde de uma forma meramente economicista, fazendo uma gestão afastada dos interesses dos seus utentes e trabalhadores”, acrescenta a nota, segundo a qual “os sucessivos problemas com que o CMRA se tem debatido são demonstrativos que a saúde é um direito constitucional sobre a qual não podem pairar interesses privados que afastem o foco daquilo que deve ser a prioridade, as pessoas”.
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Ainda de acordo com a nota, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) apresentou no relatório de gestão e contas de 2018 resultados líquidos positivos de 33,3 milhões de euros, a que se somam os 42,4 milhões de 2017 e os 21,1 milhões de 2016”, um resultado líquido de quase 100 milhões de euros durante os últimos três anos que, como o próprio comunicado de SCML faz questão de salientar, reflecte “uma gestão sólida e prudente, que se traduz em contas robustas e sustentadas”.
Na nota enviada, o Sector de Empresas de Cascais do PCP chama, ainda, a atenção, para um texto publicado na página oficial da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no qual é afirmado que “o Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA) é reconhecido, nacional e internacionalmente, pelos cuidados especializados que disponibiliza no âmbito da Medicina Física de Reabilitação, em regime de ambulatório e internamento”, ao qual devemos acrescentar: graças aos seus profissionais de saúde”.
O Sector de Empresas de Cascais do PCP “repudia a política encetada no CMRA pela Mesa da SCML que administra este equipamento de saúde de uma forma meramente economicista, fazendo uma gestão afastada dos interesses dos seus utentes e trabalhadores”, acrescenta a nota, segundo a qual “os sucessivos problemas com que o CMRA se tem debatido são demonstrativos que a saúde é um direito constitucional sobre a qual não podem pairar interesses privados que afastem o foco daquilo que deve ser a prioridade, as pessoas”.
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