Segurança
Por Redação20 novembro 2019
Um
cidadão brasileiro, 52 anos, a trabalhar como barman numa discoteca do Estoril
e em situação irregular no País, foi detido pela PSP que o surpreendeu a
exercer funções de segurança por alegada ordem do responsável pelo clube
noturno, 58 anos.
Quer o barman, quer o responsável pela discoteca foram, segundo a PSP, detidos por “suspeita da prática do crime exercício ilícito de Segurança Privada”.
Segundo a PSP, foi no âmbito da fiscalização de um estabelecimento de diversão noturna que os polícias “verificaram que no estabelecimento se encontrava um grupo de elementos pertencentes a uma empresa de segurança privada, sendo que um deles não possuía o uniforme em vigor nem tinha aposto cartão profissional”.
Ainda de acordo com a PSP, “foi percetível que o suspeito efetuava o controlo de acesso a uma área do estabelecimento e, no momento da fiscalização, o mesmo afirmou estar a exercer um serviço adstrito ao elemento de segurança privada por ordem do responsável do estabelecimento, sendo que a sua função habitual é empregado de balcão/mesa”.
Por o empregado ser cidadão estrangeiro, foi questionada a situação de permanência em território nacional junto do SEF, tendo-se apurado que, após efetuado o pedido de residência, o parecer foi negativo, encontrando-se assim em situação irregular no País.
Os dois homens foram notificados para comparecer em audiência de julgamento no Tribunal da Comarca de Lisboa Oeste - Cascais.
Quer o barman, quer o responsável pela discoteca foram, segundo a PSP, detidos por “suspeita da prática do crime exercício ilícito de Segurança Privada”.
Segundo a PSP, foi no âmbito da fiscalização de um estabelecimento de diversão noturna que os polícias “verificaram que no estabelecimento se encontrava um grupo de elementos pertencentes a uma empresa de segurança privada, sendo que um deles não possuía o uniforme em vigor nem tinha aposto cartão profissional”.
Ainda de acordo com a PSP, “foi percetível que o suspeito efetuava o controlo de acesso a uma área do estabelecimento e, no momento da fiscalização, o mesmo afirmou estar a exercer um serviço adstrito ao elemento de segurança privada por ordem do responsável do estabelecimento, sendo que a sua função habitual é empregado de balcão/mesa”.
Por o empregado ser cidadão estrangeiro, foi questionada a situação de permanência em território nacional junto do SEF, tendo-se apurado que, após efetuado o pedido de residência, o parecer foi negativo, encontrando-se assim em situação irregular no País.
Os dois homens foram notificados para comparecer em audiência de julgamento no Tribunal da Comarca de Lisboa Oeste - Cascais.


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