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Matriarca de família do rio Marmeleiro vai ser recebida por vereador e tem promessa de casa digna para janeiro

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                        25 OUTUBRO 2018
Maria Leonor Parreira, 45 anos, o rosto principal da reportagem publicada por Cascais24, que denunciava a existência, no inóspito rio Marmeleiro, em Murches, de pessoas a (sobre) viverem em condições sub-humanas, sem água canalizada, depois de mandada cortar pelo próprio município, e a lavarem-se no rio e a defecarem em baldes, despejados no mato, vai, finalmente, ser recebida, na próxima segunda-feira, pelo vereador Frederico Pinho de Almeida e, ao que parece, tem a promessa de que, em janeiro, irá habitar uma casa condigna.

Reportagem de CASCAIS24 que "despertou consciências adormecidas"
"Tenho que agradecer, por um lado e, principalmente, ao Cascais24, que despertou consciências adormecidas, teve a coragem de tornar público este caso e, por outro às entidades municipais que, desde então, manifestaram empenho em solucionar o problema", afirmou, a Cascais24, Maria Leonor Parreira.

Esta mulher, de rosto sofrido, à espera de habitação social com os filhos, um deles nascido sem rim, irá, finalmente, em janeiro, poder habitar uma casa no Pai do Vento - promessa de uma técnica social municipal, que até a levou a visitar a "futura habitação" logo depois da publicação da reportagem.

"É uma habitação digna, cuja atribuição, a ser uma realidade em janeiro, como foi prometido pela técnica, só posso agradecer à Câmara e a quem tem a responsabilidade da área social", frisou Maria Leonor Parreira.

Vereador Frederico Pinho de Almeida recebe Maria Leonor segunda-feira
Já na próxima segunda-feira, Maria Leonor é recebida pelo vereador centrista da coligação PSD/CDS-PP, Frederico Pinho de Almeida, que lhe deverá confirmar a decisão municipal de, finalmente, lhe atribuir uma habitação e, presume-se, procurar, também, saber ao pormenor as condições de outras pessoas que habitam no rio Marmeleiro.

Recorda-se que, até à publicação da reportagem de Cascais24, Maria Leonor Parreira nunca tinha conseguido ser recebida, quer pelo vereador, quer pelo próprio presidente do executivo, Carlos Carreiras.

De resto, foi o próprio chefe do governo local de Cascais que, na reunião do executivo de terça-feira, depois de interpelado pelo vereador do PCP Clemente Alves sobre a reportagem publicada pelo Cascais24, anunciou que "tinha dado instruções ao senhor vereador Frederico Pinho de Almeida para agendar uma reunião com a munícipe, por forma a acelerar todo este processo.


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2 comentários:

Anónimo disse...

Mais uma vez os meus parabéns Sr. valdemar Pereira, por ter divulgado esta situação👌👏👏
Pelos vistos parece que se vai haver uma solução para estas famílias que tanto merecem👍

Anónimo disse...

Parabéns ao Cascais 24 , pela divulgação desta situação de pobreza extrema em Cascais , tornando supostamente possivel pelas entidades responsáveis , entenda-se o Presidente da Câmara Municipal de Cascais , a resolucão deste caso de um municipe do concelho de Cascais .
Mas o gesto de "nobreza" de dar instruções a um VEREADOR para receber o municipe, contrasta com a morosidade, falta de impulso processual, não liderar para as pessoas, apanágio deste regime autocrata em Cascais.
Relembremos que na rúbrica investigação do Cascais 24 em 14.10.2018, este caso surgia na narrativa em como, o municipe tentou várias vezes falar com o Presidente e /ou Vereador , não tendo conseguido, e as respectivas secretárias a afirmarem que ambos tinham mais que fazer ....como será possivel que estes iluminados que, foram eleitos para servir os municipes, outorguem em Julho 2016, pedido de corte de abastecimento de agua à municipe em causa , obrigando-a desde então a uma série de malfeitorias e sofrimento na sua débil qualidade de vida e saude... como será possivel que estes iluminados emitindo o documento sustentabilidade 2030, em que a primeira prioridade é erradicar a pobreza em Cascais, em tese escrevam uma coisa e na pratica fazem outra ?
Recentemente todos os municipes receberam para pagamento a 2ª prestação do imposto municipal sobre imoveis , em que a taxa aplicada é uma das mais altas da região metropolitana de Lisboa ...será que não existe uma determinada verba para a coesão social e integração plena deste caso e de outros municipes ? ou será que as verbas arrecadadas servem sómente para pagar ordenados a pessoal da Câmara , que apresenta um dos mais altos rácios do Pais em função de colaboradores / municipes do concelho , e ocupa no ranking nacional a posição final das menos transparentes, em função da excelencia que devia praticar com os municipes nos seus diferentes relacionamentos .

A BEM DE CASCAIS , ESPERANDO QUE SEJA ELEVADA ÀS PESSOAS

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