Mulher que morreu afogada na Parede deixou mensagem à família: "Dêem o meu corpo à ciência"

Investigação

Por Redação
A mulher que, este domingo, à tarde, morreu afogada na praia, na Parede, tinha 66 anos, vivia num lar na área de Matarraque e tudo aponta para que tenha posto termo à vida, apurou Cascais24.

Hora antes de, segundo tudo indica, lançar-se às águas na praia, enviou mensagens a familiares, anunciando a intenção de suicidar-se, sem, no entanto, indicar onde e quando.

Noutra mensagem, soube, ainda, Cascais24, terá pedido à família: "Dêem o meu corpo à ciência".

Este domingo, a seguir ao almoço, a mulher deixou o lar pelos seus próprios meios e dirigiu-se à praia da Parede.

Pouco depois das quatro horas da tarde, a partir de umas rochas, terá simulado estar a tirar fotografias, tudo levando a crer que a sua ideia era não despertar a atenção por parte de algumas testemunhas que, noutro quadro, poderiam achar estranha sua presença e intervir.

Estas testemunhas terão, de repente, deixado de vislumbrar a mulher, que foi pouco depois vista a boiar e acabou por ser resgatada por surfistas que estavam ao largo e trazida para o areal em paragem cardiorrespiratória.

Já no areal, os Bombeiros de Parede e o médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de São Francisco Xavier, no Restelo, tentaram várias manobras de reanimação, mas sem qualquer sucesso.

O médico da VMER acabaria por declarar o óbito.

A investigação da Polícia Marítima de Cascais, iniciada ainda este domingo, acabaria por esclarecer nas horas seguintes todos os contornos de um caso que, à partida, de acordo com testemunhas, apontava para um acidente. 






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