MULTIMÉDIA

CEMITÉRIO DA GUIA. Família andou a depositar flores e a rezar em campa onde havia mais mortos

Atual

Por Redação
24 maio 2019

Durante anos, a família de Maria Teresa Raminhos, sepultada aos 80 anos no cemitério da Guia, em Cascais, andou a fazer romagens à campa 563 depositando flores e rezando pela ente-querida, mas onde, afinal, descobriram esta quinta-feira, estava também sepultado o corpo de um desconhecido.


A descoberta foi feita agora na sequência do levantamento das ossadas da idosa, sepultada a 28 de dezembro de 1998.

É que, para além das ossadas da idosa, foram encontradas outras, alegadamente pertencentes a um desconhecido.

Esta quinta-feira, ao procurar recolher a ossada da ente-querida a família foi confrontada com a presença de outras ossadas na mesma sepultura.

Não menos grave é que ambas tinham sido entretanto recolhidas e depositadas em sacos, antes da presença dos familiares, o que leva a família de Maria Teresa Raminhos a questionar qual das ossadas pertencem à familiar.

“Tinha solicitado que a campa fosse escavada na minha presença, mas qual o meu espanto lá cheguei as ossadas tinham sido retiradas e colocadas em sacos em alguidares”, denunciou, a Cascais24, Elisabete Figueiredo, neta da idosa.

PSP chamada

Na sequência da trapalhada escandalosa, Elisabete Figueiredo acionou a PSP, que fez deslocar uma patrulha móvel da 52ª Esquadra (Parede), por, de momento não “haver meios disponíveis na Esquadra de Cascais”, disse, a Cascais24, fonte oficial da PSP.

Os agentes registaram a insólita ocorrência e elaboraram uma participação para o Ministério Público (MP), tendo selado as ossadas, por forma a exames forenses puderem, porventura através de ADN determinar com precisão a quem pertencem as duas ossadas extraídas da campa 563.

Família indignada

A família da falecida Maria Teresa Raminhos está indignada e, até, revoltada com toda esta situação. Sente-se, mesmo, ultrajada com toda esta insólita e surreal situação.

“Tudo isto é macabro e bizarro até”, declarou, a Cascais24, Elisabete Figueiredo, segundo a qual “há declarações muito contraditórias dos responsáveis pelo cemitério”, que “não explicam cabalmente toda esta trapalhada, que queremos ver resolvida”.

Encarregado “não está”

Desde esta quinta-feira, altura em que chegou a denúncia de alegadas irregularidades graves no levantamento de ossadas da campa 563 que Cascais24 procurou contatar o responsável pelo cemitério da Guia, António Pereira.

No entanto, todos os contatos foram em vão.

“O senhor António Pereira está ausente, deve voltar daqui a 10 minutos” ou, “já saiu” e “não está” foram, variavelmente, as respostas às tentativas de contato por parte de Cascais24.

Imprimir








2 comentários:

tativic disse...

Quero, apenas, Lembrar ao Cascais 24, que está a escrever Em Português, e não em Brasileiro, pelo que deve Respeitar
a Gramática e não escrever
"Contato",Erradamente, em vez
Do Exigido:
ContaCto! Regra 4a.
Do " acordo" da Língua PORTUGU ED SA, em Não Se Pode
Suprimir a Consoante
pronunciada, como rapto, facto e Todas as que Deviam conhecer.
Sem outra que não e Apenas, na defesa da NOSSA LÍNGUAS!!
Aprecio e Apoio o vosso Singular. Trabalho, mas, Sempre
Em Portuguesa!!
Cumprimentos.

tativic disse...

Acabo de enviar um.
Aguardo publicação.
"Tativic"--pseudón de António
Vicente.
obrigado.

MULTIMÉDIA. SEGURANÇA

A PSP e o Metro recomendam: "Durante a abertura de portas não utilize o telemóvel. Pode ser vítima de roubo."

Abrigos precisam-se!

Quem põe na ordem donos de caninos?

Hospitalização domiciliária traz benefícios para o doente agudo

Hospitalização domiciliária traz benefícios para o doente agudo
Artigo de OPINIÃO Drª Francisca Delerue

Expulsemos as traquitanas