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| 01 abril 2019 |
Cascais24 assume-se, desde que
foi fundado, há cinco anos, como um jornal digital isento, pluralista e
independente, que pratica um jornalismo de proximidade com os cidadãos, neste
caso os cascalenses. Não tem apoios e/ou é sustentado ou, sequer, está colado,
como alguns pseudo e críticos “democratas” têm procurado fazer crer, através de
comentários públicos e não só, a este ou àquele partido. Infelizmente, praticar
jornalismo independente em Cascais e/ou exercer o livre exercício do Jornalismo
é uma missão cada vez mais difícil neste concelho!
Vem esta nota a propósito de
alguns comentários relativamente a notícias publicadas por Cascais24 sobre a
lamentável “guerra” instalada entre órgãos sociais na Associação Humanitária dos
Bombeiros de Parede “Amadeu Duarte”. Cascais24 não sabe, nem quer saber, quem
tem razão e acha mesmo que uma instituição, quase secular, como é o caso, devia
merecer por parte de todos os intervenientes no polémico processo bom senso e
maior respeito.
Até ao momento, Cascais24 tem
procurado, como é seu dever perante o código e as regras do jornalismo,
noticiar factos. Isso mesmo é perfeitamente visível nas notícias publicadas! E
só não vê quem não quer mesmo ver e, antes, opta por distorcer e, mais uma vez,
com maledicência, procura denegrir a imagem de Cascais24! Se publicar as
posições das partes envolvidas é ser sectário e/ou estar ao serviço de esta ou
aquela parte, então estamos perante uma gravíssima “doença” que afetará alguns
cidadãos pseudo “democratas”.
Insinuam alguns comentários, o
que é grave, que basta ver a lista de colaboradores que opinam em Cascais24
para constatar que este jornal não está a ser isento e, até, lança noticias
“falsas”. Só por aqui é notória a intenção! Pois, meus caros, convém, de uma
vez por todas, que fique claro que nem a Dra Teresa Gago, Vasco Graça ou
qualquer outro colaborador, que honram Cascais24 com as suas opiniões, alguma
vez, independentemente dos processos cívicos e de cidadania ou outros em que
possam estar envolvidos, tenham pedido um único favor que fosse para uma
notícia e/ou pressionado a isso! Definitivamente, que fique bem claro e não
restem dúvidas!
Antes de todo o processo nos
Bombeiros de Parede surgir na praça pública, Cascais24 rececionou informação e o
seu fundador, proprietário e diretor, optou, prudentemente, por não trazer para
a opinião pública uma questão de guerras internas que só colocariam em causa a
imagem e o bom nome de uma instituição, que merece todo o respeito e admiração
dos cascalenses. Tinha a esperança de que a estabilidade e a normalidade para
bombeiros e funcionários pudessem regressar, mas enganei-me.
E, foi com surpresa, que
Cascais24 viu a transmissão de uma reportagem em certo canal televisivo, esse
sim, sensacionalista e que não cumpriu as mais elementares e básicas regras do
jornalismo, na qual só era dada voz a uma parte! É caso para questionar: Onde
estavam os pseudo críticos “democratas” que agora veem acusar Cascais24,
quando, na realidade, é o único que cumpriu com os seus deveres de ética e
perante os seus milhares de leitores?
Leiam as notícias, do primeiro
ao último parágrafo, reflitam (se puderem, embora se me afigure uma tarefa algo
difícil para aqueles que usam "palas“) e só depois comentem!
Valdemar Pinheiro
(Jornalista CP376A)
Diretor


1 comentário:
Isento, pluralista e independente? A sério? Obviamente que não é, nem tem que ser, só não percebo é porque é que a linha editorial, que é obviamente contra a liderança da CMC, e que transparece em tudo, não é assumida?
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