PJ e PSP investigam ataques violentos de encapuzados em 2 freguesias de Cascais

Segurança

Por Redação
07 novembro 2018
Uma marisqueira, uma casa de massagens e uma ourivesaria foram, até ao momento e nos últimos 10 dias, os alvos de encapuzados violentos, a operarem nas freguesias de São Domingos de Rana e de Parede,  que a PJ e a PSP estão a procurar identificar, localizar e capturar.

O último ataque violento foi registado esta terça-feira, à tarde, à ourivesaria Rosa, na rua José Relvas - a principal da vila de Parede.

Dois desconhecidos, com os rostos cobertos, um deles armado com uma faca e outro empunhando um martelo, tomaram de assalto, em pleno dia, a conhecida ourivesaria.

Os ourives, pai e filho, foram logo agredidos, o primeiro à martelada e o segundo com murros, mas conseguiram fugir para o exterior.

Sem sucesso, a partir do exterior, ainda tentaram fechar o gradeamento que protege o estabelecimento, por forma a deixarem "encurralados no interior os assaltantes".

Os assaltantes terão acabado por partir algumas montras no interior e lograram escapar, com alguns objetos, tomando a direção da avenida da República, onde, suspeitam as autoridades, provavelmente estaria um qualquer meio de fuga.

Os dois assaltantes, com idades aparentes entre os 20 e os 30 anos, atuaram com "extrema rapidez".

No local, para além de uma patrulha móvel da PSP de Parede compareceu uma Equipa de Inspeção Judiciária, que procedeu à recolha de vestígios eventualmente deixados pela dupla de assaltantes.

A investigação está a cargo da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Cascais.

Já na segunda-feira, à noite, dois encapuzados, um deles armado com uma pistola de pequenas dimensões, tomaram de assalto uma casa de massagens, na avenida Amália Rodrigues, em Tires.

Os assaltantes acabaram por fugir apenas com três telemóveis, depois de uma das três mulheres presentes ter fugido pelas traseiras para o exterior e alertado a PSP e uma outra ter acionado o sistema de alarme ligado a uma empresa de segurança privada.

Este ataque, por ter sido utilizada uma arma de fogo, está a ser investigado pela Brigada Antirroubo da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa e Vale do Tejo

A vaga de ataques, que poderão estar ou não correlacionados, começou no dia 27 de outubro, com o assalto noturno à conhecida marisqueira "O Chico", na rua Diogo Cão, no Murtal, Parede.

O ataque foi protagonizado por três mascarados, com passa-montanhas a cobrir-lhes os rostos e armado com uma faca e gás pimenta.

O dono da cervejaria e marisqueira foi agredido com pontapés e murros, além de golpeado na região abdominal. O filho do empresário, que foi em seu socorro, também acabou por ser atingido pelo gás pimenta, projetado por um dos assaltantes.
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