Saúde
Por Redação26 Fevereiro 2019
A Entidade Reguladora de Saúde
instruiu a Lusíadas, que explora o Hospital de Cascais, no sentido de
“garantir, a todo o momento, o rigoroso e permanente cumprimento dos
procedimentos internos instituídos para a prestação de informação aos
acompanhantes/familiares dos utentes, assegurando que estes sejam devidamente
informados, em tempo razoável, sobre a situação do doente nas diferentes fases
do atendimento, garantindo especial cuidado, celeridade e correção na
comunicação de informação sensível, como a de óbito de um familiar”.
A recomendação da Entidade
Reguladora de Saúde, à qual Cascais24 teve acesso, surge depois da familiar de
uma idosa, de 93 anos, que faleceu naquela unidade hospitalar, ter formalizado
uma reclamação, na qual alegava a falta de comunicação atempada do óbito.
A Entidade Reguladora
considerou, na sequência de as diligências instrutórias realizadas, “que não
foi cumprido o preconizado no procedimento relativo à Comunicação de Óbitos do
Hospital de Cascais e, por decorrência lógica, não foi acautelado pelo
prestador, no âmbito do direito ao acompanhamento, o direito do acompanhante
“ser devidamente informado, em tempo razoável, sobre a situação do doente, nas
diferentes fases do atendimento”.
Na sua deliberação, a Entidade
Reguladora de Saúde instruí, ainda, o Hospital de Cascais a “garantir em
permanência, através da emissão e divulgação de ordens e orientações claras e
precisas, que os procedimentos sejam corretamente seguidos e respeitados por
todos profissionais de saúde”.


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