Segurança
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| (Foto Autoridade Marítima Nacional) |
19 fevereiro 2019
Artes de pesca em situação ilegal para apanha de polvo, cujas coimas
oscilam entre os 500 euros e os 37 mil euros, foram confiscadas entre o Cabo da
Roca e a Marina, no decurso de uma operação lançada pelo Comando Local da
Polícia Marítima de Cascais.
Nesta operação, dirigida
à fiscalização das atividades marítimas (pesca profissional e de recreio), foram
fiscalizadas ainda quatro embarcações de pesca e uma embarcação de recreio, sem
que, contudo, revelassem qualquer ilegalidade.
Complementarmente,
esta operação incidiu no controlo detalhado do posicionamento geográfico de
artes de pesca caladas, por vezes colocadas em locais interditos, de forma
ilegal, sem a identificação ou a sinalização correspondentes.
Neste âmbito, foi
feita a identificação e o levantamento de duas teias de armadilhas de abrigo,
dirigidas maioritariamente à apanha do polvo, sem identificação e sinalização,
constituídas por teias de alcatruzes, detetadas entre o Cabo da Roca e a Marina
de Cascais, segundo disse, a Cascais24, Pereira da Terra, comandante do Comando
Local da Polícia Marítima.
O transporte em terra, do material confiscado, foi realizado em colaboração
com a empresa municipal Cascais Ambiente.
Foram levantados dois autos de notícia que deram origem à instauração do
mesmo número de processos de contraordenação, pela prática de infrações,
puníveis com coimas a graduar entre 598,56€ a 37.409,84€, pelo calar artes de
pesca em locais interditos, sem a identificação ou a sinalização legalmente
prevista.


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