Segurança
Por Redação19 novembro 2019
“A
segurança das pessoas e bens é primordial e é prioritária”, defendeu, esta
terça-feira, o chefe do governo local de Cascais, Carlos Carreiras, ao anunciar
que o município vai avançar com o projeto de intervenção urgente, orçado em 150
mil euros, na muralha degradada que separa a Marginal do paredão marítimo,
entre a rotunda de São Pedro do Estoril e o cruzamento de Parede.
Os trabalhos, numa extensão de cerca de 300 metros, iniciam-se esta quarta-feira e deverão prolongar-se até sábado, prevendo-se que nesta altura seja levantada a interdição à circulação rodoviária imposta esta segunda-feira, à noite, na faixa mais à direita, naquele troço da avenida Marginal.
Os trabalhos, numa extensão de cerca de 300 metros, iniciam-se esta quarta-feira e deverão prolongar-se até sábado, prevendo-se que nesta altura seja levantada a interdição à circulação rodoviária imposta esta segunda-feira, à noite, na faixa mais à direita, naquele troço da avenida Marginal.
Para
o chefe do executivo municipal que, esta terça-feira, de manhã, visitou a
área,“Portugal tem um histórico de facilitismo que está na origem de graves
acidentes, inclusivamente com perdas de vidas e, face à análise técnica e da
observação local, a Câmara Municipal de Cascais não podia ficar de braços
cruzados”.
No entanto, a recuperação estrutural da muralha está orçada em cerca de dois milhões de euros e envolve a Infraestruturas de Portugal e a Agência Portuguesa do Ambiente.
No entanto, a recuperação estrutural da muralha está orçada em cerca de dois milhões de euros e envolve a Infraestruturas de Portugal e a Agência Portuguesa do Ambiente.
Dado
o atraso nesta recuperação e o agravamento do estado de degradação da muralha,
que serve de contenção à Estrada Nacional 6, ao longo de, pelo menos, 300
metros de extensão e receando um maior risco para a segurança também devido às
condições meteorológicas, o município decidiu avançar com uma intervenção
urgente por forma a impedir uma eventual tragédia.
Recorda-se que a decisão de encerrar a faixa mais à direita, no sentido de Lisboa, naquele troço da Marginal surgiu depois de uma “atenta análise local e com o suporte técnico de pareceres do Serviço Municipal de Proteção Civil de Cascais, que constatou a “haver um risco objetivo para a segurança de quem circula naquela via”.
Recorda-se que a decisão de encerrar a faixa mais à direita, no sentido de Lisboa, naquele troço da Marginal surgiu depois de uma “atenta análise local e com o suporte técnico de pareceres do Serviço Municipal de Proteção Civil de Cascais, que constatou a “haver um risco objetivo para a segurança de quem circula naquela via”.




1 comentário:
É lamentável que a autarquia deixe degradar a este ponto as infraestruturas e o equipamento de utilidade pública. O mesmo acontece com a calçada portuguesa, com as ruas cheias de buracos e os passeios destruídos, com o saneamento básico, os esgotos e a qualidade da água do mar, com o lixo, com o a circulação rodoviária e os transportes ... enfim, Cascais dá uma nota de grave desleixo em tudo o que se prende com serviço público.
Em contrapartida, está o manifesto interesse e atenção dada aos grandes empreendimentos de luxo e às obras de fachada apadrinhadas pelo vice presidente Miguel Pinto Luz e do seu acólito Piteira Lopes, que se desdobram em vénias, salamaleques e favores perante os putativos investidores. Para estes tudo á facilidades, prontidão e reconhecimento, num ambiente de servilismos e compadrio que até enjoa. Para os outros, aqueles que aqui habitam desde sempre e suas famílias, o tratamento e a atenção que lhes é devida deixa tudo a desejar.
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