SEGURANÇA
Por CASCAIS24
Uma colisão entre dois veículos ligeiros que, este domingo, pouco antes do meio-dia, provocou três feridos leves, em Manique de Baixo, registou-se num troço rodoviário bastante perigoso, onde os acidentes têm sido cada vez mais frequentes, inclusivamente com peões.
Os feridos, incluindo a condutora de um dos veículos, que teve de ser desencarcerada, foram assistidos na urgência do Hospital de Cascais.
| Equipas de socorro procedem ao desencarceramento da condutora (Foto CASCAIS24) |
No local estiveram, segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil, 17 operacionais, apoiados por 7 veículos, entre os quais os Corpos de Bombeiros de Alcabideche e de Cascais, a VMER do Hospital de Cascais e a GNR.
O acidente, registado em circunstâncias ainda por apurar, provocou, ainda, enormes congestionamentos no tráfego rodoviário.
Esta colisão ocorreu num troço que é classificado como "bastante perigoso", na bifurcação da estrada da Quinta com as ruas da Ponte, do Carrascal e da Alvada, nas proximidades da coletividade de Manique de Baixo.
| Foi grande o aparato provocado por esta colisão em Manique (Foto CASCAIS24) |
O início da rua da Alvada recebe todo o tráfego vindo da estrada da Quinta e das ruas do Carrascal e da Ponte.
"É um triângulo explosivo, que coloca todos em risco", defendem peões e automobilistas, segundo os quais "torna-se urgente as entidades municipais responsáveis pelo trânsito encontrar soluções" para acabar com o "alto risco" que o troço representa.
Têm-se registado, inclusivamente, para além de colisões entre veículos, atropelamentos de peões na passadeira da rua da Alvada.
"Atravessar aqui é um risco permanente, ainda para mais quando é sabido que durante o ano letivo há centenas de jovens da escola Salesiana a utilizar esta passadeira", explicou uma moradora.
O perigo é tanto para peões como, também, para os automobilistas. O local onde está colocada a passadeira não permite visibilidade em segurança, em primeiro lugar aos peões que a atravessam e, depois, aos automobilistas que circulam a partir das ruas do Carrascal, de resto bastante íngreme, e da Ponte.
| Troço de alto risco para automobilistas e peões |
"Os únicos que ainda tem visibilidade sobre a passadeira são os que circulam vindos da estrada da Quinta, por ser uma linha reta", observou outro morador.
Os moradores defendem que, para minimizar, pelo menos o risco para a integridade física dos peões, a passadeira, à semelhança do que devia acontecer noutros locais, devia ser colocada logo no início da rua da Alvada e não no sítio onde está, uns metros afastada de duas curvas.
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