Ilegal a viver em Cascais preso por tentativa de violação em Pedrogão Grande

Segurança

Por Redação
09 janeiro 2019

Um homem, 29 anos, de nacionalidade brasileira e ilegal no País, mas a viver em Cascais, foi detido pela PJ de Coimbra e está em prisão preventiva, por “estar fortemente indiciado” da prática de um crime de violação, na forma tentada, de que foi vítima uma jovem, de 19 anos, em Pedrogão Grande, distrito de Leiria, anunciou esta quarta-feira a Procuradoria da Comarca de Leiria.

O suspeito foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra no passado dia 6 de janeiro. 

De acordo com o Ministério Público de Leiria, “dos autos resulta indiciado que, na noite de 5 para 6 de janeiro de 2019, pelas 3h00 da madrugada, junto ao terminal rodoviário de Pedrógão Grande, o arguido aproximou-se da jovem ofendida que se deslocava a pé, colocou as suas mãos em volta do pescoço desta e asfixiou-a, até a mesma perder a consciência. De seguida, arrastou-a para um parque subterrâneo ali existente. O arguido só não logrou concretizar os seus intentos - manter relações sexuais de cópula completa com aquela – face à intervenção de militares da GNR”.
Sede da Procuradoria da Comarca de Leiria na rua Tenente Valadim


Segundo a Procuradoria da Comarca de Leiria, “após a elaboração de requerimento por parte do Ministério Público, no dia 8 de janeiro de 2019, o arguido foi sujeito a primeiro interrogatório judicial no Juízo Central de Instrução Criminal de Leiria”.

“O arguido, de nacionalidade brasileira, encontra-se em situação irregular no nosso país”, diz a Procuradoria da Comarca de Leiria, segundo a qual “verificando-se a existência de perigo de continuação de atividade criminosa, perigo de perturbação da ordem e tranquilidade públicas e perigo de fuga, no primeiro interrogatório judicial, na sequência do requerido pelo Ministério Público, foi determinado que o arguido aguardasse os trâmites do processo sujeito, cumulativamente, às obrigações decorrentes do termo de identidade e residência (TIR) e em prisão preventiva, com a possibilidade desta medida ser substituída pela obrigação de permanência na habitação, com recurso de meios técnicos de controlo à distância (vigilância eletrónica)”.

A investigação prossegue sob direção do Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal de Leiria, com a coadjuvação da Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra.


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