Autoridades procuram identificar mulher encontrada a boiar perto do Cabo Raso

Segurança

Por Redação
20/08/2018
A mulher, cujo corpo foi encontrado a boiar, esta segunda-feira, ao final da manhã, na praia da Arriba, no Cabo Raso e a sul da Cresmina, está por identificar e as autoridades não excluem, neste momento, três hipóteses que possam ter culminado na morte: uma queda acidental ao mar, suicídio ou homicídio.

"Todas as hipóteses estão em aberto, até que seja conhecido o resultado da autópsia", disse fonte policial a Cascais24. A autópsia deverá ter lugar esta terça-feira, no Gabinete Médico Legal do cemitério da Guia.

Segundo Cascais24 apurou, a mulher, que aparenta rondar a casa dos 50 anos, ser caucasiana e estava vestida, envergando calça e uma camisa, estaria há pouco mais de 12 horas dentro de água.

O corpo, a boiar, foi descoberto esta segunda-feira, pouco antes do meio-dia, por um pescador lúdico, que acionou as autoridades.

Conforme o nosso jornal avançou em Alerta, a mulher foi resgatada pelas equipas de socorro para terra e ainda foi alvo de algumas tentativas de reanimação, mas sem sucesso. No local, estiveram a Polícia Marítima, uma embarcação da estação Salva Vidas de Cascais, os Bombeiros de Cascais, a PSP e a VMER.

O óbito acabou por ser confirmado no local pelo médico da VMER do Hospital de Cascais.

Cumpridas as formalidades legais, o cadáver foi removido, para autópsia, pela auto-maca da PSP para o gabinete médico legal, a funcionar no cemitério da Guia.

Polícia Marítima de Cascais
O Capitão-tenente Pereira da Terra, comandante do Comando Local da Polícia Marítima de Cascais disse, entretanto, a Cascais24, desconhecer-se, por enquanto, a identidade da vítima, bem como as circunstâncias em que ocorreu a morte.

"O caso foi participado ao Ministério Público e não dispomos de  quaisquer outras informações", adiantou o Capitão do Porto de Cascais.

Nas últimas horas, pelo menos e no concelho de Cascais não há nenhum alerta de desaparecimento registado pelas autoridades policiais, apurou, ainda, Cascais24.

Caso a morte, depois da autópsia, levante dúvidas e persistam dificuldades na identificação do corpo, o Ministério Público poderá pedir a intervenção da Polícia Judiciária (PJ), disse outra fonte a Cascais24

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