SUSPEITA DE IRREGULARIDADES. PSD e CDS-PP recusam-se a participar na Assembleia de Carcavelos e Parede

Atual

Por Redação
09/05/2018

Os deputados do PSD e CDS-PP recusaram-se esta terça-feira a participar no plenário da Assembleia de Freguesia de Carcavelos e Parede, onde iriam ser apreciadas propostas da oposição para pedir uma auditoria às contas da Junta de Freguesia, por suspeita de alegadas irregularidades na prestação de contas do ano passado, apurou Cascais24.

A reunião, que começou no dia 27 de abril e prosseguiu esta terça-feira, viu a prestação de contas de 2017 chumbadas depois de uma proposta do PS e do BE, que mandatou o Executivo a contratar uma auditoria externa e participou irregularidades que o atual Executivo alegou terem ocorrido no anterior mandato, liderado por Zilda Costa da Silva. 

Esta proposta foi também aprovada com os votos do PCP.

Ricardo Pires
«As contas foram chumbadas para que uma auditoria possa esclarecer e apurar se estas contas refletem o que se passou no ano de 2017”, afirmou Ricardo Pires, porta-voz do PS e candidato nas últimas eleições autárquicas à Junta de Freguesia de Carcavelos e Parede.


 “Somos responsáveis política, civil e criminalmente pelas nossas ações e omissões, e não podíamos deixar em claro as alegações que o atual Executivo fez sobre a situação no anterior mandato”, acrescentou Ricardo Pires.
 

Nas últimas eleições autárquicas de 1 de outubro, a freguesia de Carcavelos e Parede viu reeleita a coligação Viva Cascais, composta pelo PSD e pelo CDS-PP, tendo a oposição (PS, PCP e BE) mantido a maioria na Assembleia de Freguesia com 10 dos 19 eleitos.


Zilda Costa da Silva


O atual presidente, Nuno Alves, sucedeu a Zilda Costa da Silva, que presidia à Junta de Freguesia de Carcavelos desde 2001.


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3 comentários:

Anónimo disse...

É uma vergonha o que estão a fazer ... Deixem o Executivo trabalhar, já é hora do PS aceitar a derrota e precisar de andar com o PCP e o BE às costas. Tudo isto é para bem da população de Carcavelos e Parede???!!!! Não me parece

Anónimo disse...

A claustrofobia democrática que vivemos actualmente em Cascais, leva a que, o PSD/CDS não saiba conviver em democracia .
Este caso configura questões éticas , politicas e um eventual problema judicial com contornos definidos, a que só uma auditoria externa profunda poderá higienizar , dentro do lema da campanha do PS -trabalhar por Cascais .
Salvo erro , o lema da campanha do actual elenco camarário definia Cascais avança ... mas para onde , com este tipo de atitudes do PSD/CDS ao tentar inviabilizar auditoria e consequente transparência? se hà irregularidades têem que ser apuradas, os municipes necessitam de saber a verdade dos factos nas diferentes freguesias do concelho ... os senhores do PSD/CDS não foram eleitos para servir, alicerçados num código de ética e conduta ? tudo isto é muito estranho , sabendo-se a génese que teve na origem da licença para "matar" a quinta que era verde em Carcavelos ...
Mais estranho ainda é já ter acabado o Estoril Open , e nem uma sílaba sobre este assunto do responsável nº 1 do governo local ? como será tudo isto possivel em CASCAIS ???

A BEM DE CASCAIS

Anónimo disse...

A evidência de um regime autocrático , que desvaloriza a opinião das outras forças politicas, e que não aceita criticas.
Em Cascais tudo deve ser perfeito e à medida dos ideais politicos do PSD /CDS , e quem se opuser é contra Cascais .
Neste contexto, importa retirar algumas ideias de um iluminado, responsavel do PSD , que numa publicação jornalistica afirma fundamentalmente que Cascais tem trabalhado para se tornar um " bencharmark" da sociedade boa , na qualidade de vida das populações e cita o resgate do Estoril Open , que supostamente estava morto ,como evento maior do País .... argumento pobre de um alto responsável público , que seguramente sonegou a realidade do concelho, as suas assimetrias a norte da A5 , gente que não tem dinheiro para pagar um bilhete do Estoril Open ; outros que desesperam para entrar ou sair de Cascais em hora de ponta sem mobilidade; outros ainda esperam por saneamento básico ou estradas ( como por exemplo no Zambujeiro ), ou ainda outros que se viram engolidos por publicidade enganosa da mobilidade, e que sentem na pele a grande obra de escoamento da A5 no seu final em Birre , quando o trânsito passou a fluir numa rua estreita sem passeios ( Rua das Glicinas em Birre ) , em que as crianças não podem sair à rua pois correm risco de atropelamento face á falta de segurança de pessoas e bens ... estes exemplos de insucesso que o dito politico se esqueceu de referir...o discurso de uma realidade que não cola com a necessidade das populações ,ou a excelência que os diferentes serviços camarários deviam prestar às populações do concelho .

A BEM DE CASCAIS

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