MISTÉRIO. Surfista morto no mar pode ter sido acometido de doença súbita

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Por Redação
04/05/2018

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Um surfista, de 43 anos, dado como desaparecido nas águas de Carcavelos desde quinta-feira, ao final da tarde e cujo corpo foi descoberto esta sexta-feira, à tarde, a milha e meia do farol de Santa Marta, em Cascais, pode ter sido acometido de doença súbita no mar e, sem meios de pedir socorro, acabado por sucumbir.

No entanto, segundo Cascais24 apurou, tratava-se de “pessoa saudável, sem antecedentes de saúde, que fazia desporto e praticava surf há cerca de três anos, habitualmente com amigos”.

Arquiteto paisagista, a residir em Massamá, Miguel Teixeira Condeço chegou a Carcavelos esta quinta-feira, por volta das seis horas da tarde para surfar.

Estacionou a sua viatura no parque e, pelas 18h30, telefonou para a mulher, prometendo voltar a ligar pelas 21h30, no final da prática de surf.

Não o fez, o que levou a mulher a fazer várias tentativas de o contatar, mas sem sucesso, tendo acabado por comunicar o desaparecimento do marido na PSP de Massamá.

Agentes da PSP de Carcavelos acabariam por encontrar a viatura da vítima estacionada e trancada no estacionamento da praia de Carcavelos, faltando apenas a prancha e o fato de surf.

As autoridades policiais e marítimas desencadearam, então, um conjunto de buscas, quer ao longo da orla costeira, quer no mar e no ar.

O corpo do malogrado arquiteto acabaria por ser avistado nas águas esta sexta-feira, pelas 13h10, a milha e meia do farol de Santa Marta, em Cascais, por um helicóptero da Força Aérea.

Depois de recolhido pela lancha da Estação Salva Vidas de Cascais, foi transportado até à Marina de Cascais, onde o óbito foi confirmado e o corpo removido, para autópsia, para o Instituto de Medicina Legal, em Lisboa.

Embora só a autópsia possa determinar a causa da morte, a hipótese do surfista ter sido acometido de doença súbita no mar parece ser a única explicação para o acidente fatal.

Segundo o Capitão-tenente Pereira da Terra, comandante da Capitania do Porto de Cascais, que coordenou as operações de busca, na quinta-feira, ao final do dia, o vento estava de Norte e “não havia muita ondulação”.


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