Comissões dizem que só arderam 4,5 hectares de mato este ano em Cascais

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O concelho de Cascais registou este ano o “menor número de ignições de fogos e a menor área ardida de sempre”, foi a conclusão a que, segundo o site oficial da Câmara Municipal de Cascais, chegaram as comissões Municipal de Proteção Civil e da Defesa da Floresta, reunidas esta quinta-feira, no salão nobre dos Paços do Concelho, sob a presidência do edil Carlos Carreiras.



De acordo com o mesmo site oficial, arderam no concelho 4,5 hectares, na sua maioria mato. Recorda-se que só um incêndio, registado em Manique de Baixo, destruiu cerca de 3 hectares de mato. Foi considerado o maior fogo do ano na região.



Na reunião foi sublinhado que “Cascais, em matéria de proteção civil, pode ser considerado um concelho pioneiro, quer na prevenção e combate de incêndios, quer nas medidas em execução para mitigar os riscos de catástrofes naturais e provocadas pelas alterações climatéricas, o que o torna um dos mais seguros do país”.


O site oficial da Câmara Municipal de Cascais assegura, ainda, que “isto só é possível graças a uma conjugação e coordenação de esforços de todas as entidades envolvidas na prevenção e combate de incêndios florestais”, e acrescenta tratar-se de “um trabalho que tem vindo a ser feito há uns anos a esta parte e que está agora a mostrar resultados que se traduzem numa maior sensibilização da população para o risco de incêndios e para a proteção da floresta, numa maior informação sobre os condicionantes do uso de fogo na época crítica, assim como, uma maior visibilidade e interesse pela área protegida do Parque Natural Sintra-Cascais e pelo nosso Património Natural em geral que representa 1/3 da área do concelho”.


Finalmente, as comissões, citadas na “notícia” do site oficial do município, referem que “a vigilância é também um dos fatores cruciais para a tónica da prevenção que é a aposta fundamental que resulta na diminuição drástica da área ardida nestes últimos anos”, e destacam “as ações de vigilância e prevenção levadas a cabo pelo exército, sobretudo no período noturno; para as ações de planeamento e gestão florestal que se traduzem na limpeza e reflorestação do espaço natural, na limpeza das faixas laterais de 10 metros ao longo das estradas, na gestão de combustíveis florestais nas faixas de envolvência de edificações e aglomerados urbanos e no arranjo dos caminhos florestais, entre outras”.




1 comentário:

Anónimo disse...

As eleições já foram ... falar deste tema quanto ninguém conhece o plano de protecção civil em caso de sismo numa das maiores zonas potenciais sismicas de alto potencial com grau devastador intenso é de todo desprovido de bom senso ... curiosamente não se falou em trabalho infantil realizado pelo Cascais Natura , talvez um assunto a abordar num dos próximos capitulos ...

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