OPINIÃO

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GNR nega último desejo a militar falecido

Não morreu em serviço, mas tinha uma brilhante folha de serviço e o desejo, ainda em vida, manifestado à família e aos camaradas que quando falecesse, gostaria que a Bandeira Nacional cobrisse a urna, mas isso foi-lhe negado pela GNR. Chamava-se Álvaro Cotrim Silva, era cabo, tinha 47 anos, e morreu sozinho na habitação, na Abrunheira. Foi um dos primeiros militares a inaugurar o posto da GNR em Trajouce e dos últimos a sair, quando a Guarda foi substituída pela PSP, em 2007. Foi cremado esta sexta-feira em Alcabideche, com a Bandeira Nacional a cobrir a urna, mas adquirida e colocada por um funcionário da funerária! 

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