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1 comentário:
Segundo li o candidato do Também és Cascais era da opinião de que bastava um edifício ser do séc. XIX para ter que ser preservado, tivesse ou não interesse histórico e arquitectónico, tendo mesmo defendido a preservação do barracão das cavalariças, sem nenhum interesse, por essa razão. Para lá de se estar a entrar no domínio do colectivismo como se viu quando quiseram por a referendo direitos de privados ou projectos de arquitectura, a minha questão é; sendo estas propriedades privadas como é que a CMC deve abordar a questão na vossa opinião? Impedir os privados de rentabilizarem as suas propriedades conforme lhes aprouver dentro da lei como? Ressarcindo-os pelo valor de mercado? Expropriando essas propriedades alegando interesse público municipal? Indignam-se com a nova obra projectada para o Jumbo que obviamente vem valorizar a entrada de Cascais, ou com a nova obra do largo da estação mas não os vejo indignarem-se com o Cascais Villa, com o casario abandona em frente do Cascais Villa e atrás e ao lado do Jumbo, com o próprio Cascais Villa, com o estado decrépito da estação de Cascais, com os comboios grafitados etc.! Nem vou falar do projecto da Quinta dos Ingleses porque nesse a vossa irresponsabilidade, leviandade ou quem sabe somente falta de informação ultrapassou todos os limites.
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